Certificados de Aforro

Julho 21 2014
O saldo líquido dos certificados de aforro registou em Junho o valor mais alto desde 2008, ano de lançamento da série. Os portugueses estão a investir a um ritmo de 15 milhões de euros por dia nos produtos do Estado.

Os dados da Agência de Gestão da Dívida Pública indicam um saldo positivo de 151 milhões de euros. Além do recorde, a diferença entre subscrições e resgates tem aumentado desde Fevereiro de 2014.

 

O saldo líquido dos certificados do tesouro também continua a aumentar, registando, em Junho, 210 milhões de euros, acima dos 207 milhões registados em Maio, de acordo com os dados do IGCP. No total, ambos os certificados renderam, em Junho, 361 milhões de euros, segundo os dados da agência.

 

O Negócios tinha noticiado na semana passada que os certificados do Tesouro e de aforro captaram, em conjunto, 1.882 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano. O valor investido em Junho, tanto num como no outro produto, bateu máximos, com Estado a conseguir atrair cada vez mais pequenos investidores para a dívida pública que comercializa no retalho.

 

Até Maio, de acordo com os dados da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), tinham entrado 1.502 milhões de euros nos dois certificados em comercialização. Em Junho, apurou o Negócios, o valor angariado através destes produtos fez aumentar o saldo global para 380 milhões de euros. Considerando os 125 dias úteis do semestre, entraram 15,05 milhões por dia. Em 2013, no mesmo período, só com os de aforro, a média era de apenas 648 mil euros.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

publicado por adm às 22:25

Junho 25 2014
Os portugueses voltaram a aplicar mais de 100 milhões de euros em certificados de aforro em Maio. Valor investido foi mesmo o mais elevado desde, pelo menos, 2008, elevando para 583 milhões o saldo acumulado no ano.

Os certificados de aforro continuam a atrair muitas poupanças dos pequenos aforradores nacionais. Em Maio, de acordo com os dados da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), investiram 144 milhões de euros, um máximo mensal desde, pelo menos, 2008, altura em que foi lançada a Série C.

 

No Boletim Mensal divulgado hoje, o IGCP revela que em Maio deram entrada 203 milhões de euros em certificados de aforro. Ao mesmo tempo, contudo, foram realizados resgates de 59 milhões, o que resultou num saldo líquido positivo de 144 milhões de euros. Desde 2008 que tal não acontecia.

 

Maio foi o quinto mês consecutivo em que o montante aplicado em certificados ficou acima da fasquia dos 100 milhões de euros. Uma tendência explicada em grande parte pela elevada rendibilidade que está a ser oferecida por este produto: taxa bruta anual de 3,271% em Junho. Os depósitos pagam, em média, 1,82%.

 

Com estes 144 milhões, o IGCP elevou para 583 milhões o montante total captado através de certificados de aforro no acumulado do ano. Este valor supera já o montante captado nos 12 meses de 2013, ano em que os portugueses emprestaram 462 milhões de euros ao Estado através de certificados de aforro.

 fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

publicado por adm às 20:03

Maio 22 2014
O valor aplicado pelos portugueses em certificados de aforro atingiu no último mês um máximo desde Agosto. Entraram mais 116 milhões de euros, um pouco menos que os 181 milhões aplicados nos certificados do Tesouro.

Os certificados de aforro estão cada vez mais a assumirem-se como uma alternativa de investimento para as famílias portuguesas. A prova disso está na forte entrada de dinheiro nestes títulos desde o início deste ano, algo que voltou a acontecer em Abril, mês em que foram aplicados 116 milhões de euros.

 

Segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), em Abril os portugueses investiram 174 milhões de euros em certificados de aforro. Ao mesmo tempo foram registados resgates de 58 milhões, o que se traduziu, ainda assim, num saldo positivo de 116 milhões.

 

O valor captado no mês de Abril foi o mais elevado desde Agosto, mantendo o ritmo de entrada de dinheiro nestes títulos acima da fasquia dos 100 milhões de euros registada nos primeiros meses deste ano. No acumulado, em 2014 o saldo está positivo em 439 milhões de euros.

 

O crescimento o valor investido pelas famílias portuguesas nestes certificados é explicado, tal como acontece nos do Tesouro, pela rendibilidade apresentada, bastante superior à dos depósitos da banca. Com a subida das Euribor, a taxa destes títulos tem vindo a crescer. Para as subscrições em Maio a taxa é de 3,281%, a mais alta desde 2010.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:11

Abril 24 2014

Desde o final de 2013, o Estado angariou mais 314 milhões de euros em certificados de aforro e mais 529 milhões de euros em certificados do tesouro.

O Estado arrecadou mais 247 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em março, tendo 13.000 milhões de euros nestes instrumentos de dívida no final do primeiro trimestre. De acordo com o Boletim Mensal do IGCP, a agência que gere a dívida portuguesa, em março, foram emitidos 154 milhões de euros em certificados de aforro e amortizados 59 milhões, tendo os portugueses aplicado em termos líquidos mais 95 milhões de euros neste instrumento, num total de 10.446 milhões de euros. Quanto aos certificados do tesouro, em março, as famílias investiram 153 milhões de euros e levantaram apenas um milhão, tendo aumentado o montante aplicado em termos líquidos em 152 milhões em março, num total de 2.555 milhões.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt

publicado por adm às 23:11

Fevereiro 20 2014

O Estado arrecadou 322 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em janeiro, segundo o boletim mensal da agência que gere a dívida pública, divulgado esta quarta-feira.

A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública informou hoje que os particulares investiram 213 milhões de euros em certificados do tesouro em janeiro e levantaram dois milhões de euros, o que dá 211 milhões de euros em termos líquidos, tendo a 31 de janeiro estes certificados um saldo de 2.237 milhões de euros.

Quanto aos certificados de aforro, houve em janeiro 174 milhões de euros investidos e 63 milhões de euros amortizados, estando aplicados neste instrumento um total de 10.245 milhões de euros. 

O Governo tem vindo a tentar captar a poupança das famílias para a dívida pública. Depois de, em agosto de 2012, ter alterado as condições de remuneração dos certificados de aforro, no final de outubro de 2013 lançou os Certificados do Tesouro Poupança Mais, cujas subscrições têm feito aumentar o saldo dos certificados do tesouro.

O valor aplicado em janeiro nos certificados do tesouro (2.237 milhões de euros) significa mais 58% do que os 1.416 milhões de euros de dezembro de 2012

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/50.

publicado por adm às 21:20

Janeiro 20 2014

O Estado conseguiu captar mais de mil milhões de euros em dívida pública dos particulares através dos certificados do tesouro e de certificados de aforro, conseguindo mesmo mais 813 milhões de euros do que na sua última estimativa.

De acordo com o boletim mensal da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública ¿ IGCP, Portugal tinha no final de 2013 captados 10.132 milhões de euros em certificados de aforro, mais 463 milhões de euros que no final de 2012.

Em certificados do tesouro, o Estado terminou 2013 com 2.026 milhões de euros das poupanças dos particulares, mais 610 milhões face ao valor com que tinha começado o ano.

No final de 2013, o Estado conseguiu captar um total de 12.158 milhões de euros com estes dois instrumentos, mais 813 do que o que esperava para o final do ano, de acordo com as estimativas incluídas no relatório que acompanhou a proposta de Orçamento do Estado para 2014, apresentada a 15 de outubro.

O maior aumento surgiu nos certificados do tesouro, que o Estado previa que aumentasse apenas 60 milhões de euros, mas acabou por encaixar mais 610 milhões de euros, devido especialmente às mudanças operadas nestes certificados.

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

publicado por adm às 22:54

Dezembro 31 2013

Janeiro vai ser benéfico para os investidores que apostam nos Certificados de Aforro. A taxa dos Certificados de Aforro para janeiro será de 3,245%, segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP. O valor em dezembro foi de 3,187%.

O valor vai bater o máximo desde do verão do ano passado, sobretudo devido á subida da taxa Euribor a 3 meses, que é a utilizada para calcular a taxa mensal dos certificados de aforro. O calculo da Euribor a 3 meses para os Certificados de Aforro série C é a seguinte: média dos valores da Euribor a três meses observados nos dez dias úteis anteriores, sendo o resultado arredondado à terceira casa decimal.

Certificados Poupança Mais disparam

Já o novo produto do Estado, lançado no dia da poupança, obteve durante o mês de novembro 428 milhões de euros em subscrições, elevando para mais de 1,8 mil milhões de euros os valores subscritos em Certificados do Tesouro e em Certificados Poupança Mais.

fonte:http://www.fundspeople.pt/n

publicado por adm às 11:52

Dezembro 23 2013

O Estado conseguiu captar até novembro mais 856 milhões de euros das poupanças dos particulares no retalho, especialmente depois de lançar os novos certificados do tesouro, que atraíram 425 milhões de euros em apenas um mês.

De acordo com o boletim mensal do IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, o Estado conseguiu atrair nos primeiros onze meses do ano mais 856 milhões de euros das poupanças dos particulares no retalho, em termos líquidos (entre emissões e amortizações) face ao final do ano passado.

Destes, 431 milhões de euros foram através da captação de certificados de aforro, que desde a melhoria nas suas condições têm vindo gradualmente a conseguir captar mais poupanças, depois de um largo período de queda.

A novidade acaba mesmo por ser o valor conseguido com certificados do tesouro. Este instrumento tem estado vedado desde agosto de 2012 a novas subscrições, sendo que tinham sido criados em 2012.

No entanto, o IGCP decidiu lançar uma nova versão chamada certificados do tesouro poupança mais e o valor disparou.

No final de 2012, o valor subscrito em certificados do tesouro estava nos 1.416 milhões de euros e no final de outubro estava um milhão de euros abaixo, nos 1.415 milhões de euros, mas em novembro, com a entrada em vigor deste novo instrumento, o número disparou para os 1.841 milhões de euros.

No final são mais 425 milhões de euros, em termos líquidos, que o IGCP consegue captar das poupanças dos particulares com certificados de aforro em apenas um mês, quase o mesmo resultado que obteve em 11 meses com os certificados de aforro.

publicado por adm às 22:41

Dezembro 13 2013
Até final de Novembro houve quase 32 mil novas subscrições

As famílias portuguesas mobilizaram 461 milhões de euros para o novo instrumento de aforro do Estado em pouco de um mês. Desde 31 de Outubro, quando começaram a ser comercializados os Certificados do Tesouro Poupança Mais, houve quase 32 mil subscrições (31972), de acordo com dados avançados ao i pelo IGCP (Agência para a Tesouraria e Dívida Pública). O número de subscrições não corresponde necessariamente ao número de investidores, já que há muitos aforradores que têm mais do que uma subscrição, mas dá uma dimensão da corrida das famílias ao novo produto que assegura uma remuneração que chega a 5% no final de cinco anos.

Considerando o valor total investido até 30 de Novembro, o investimento médio diário foi da ordem dos 14,8 milhões de euros. No arranque do produto, a aplicação média diária foi de 30 milhões de euros, mas é natural que o ritmo de novas subscrições e os montantes aplicados se reduza com o tempo à medida que se esgota a poupança disponível para esta aplicação.   

A governo já tinha conseguido inverter a fuga da poupança da dívida pública ao melhorar as taxas de juro dos certificados de aforro. Este ano e até Outubro, último mês para o qual há estatísticas da dívida, o investimento líquido do retalho em dívida pública recuperou cerca de 400 milhões de euros. No entanto, o verdadeiro salto só é dado com o lançamento dos novos certificados do Tesouro. Para 2014 o governo previa captar cerca de 2,5 mil milhões de euros em poupança das famílias para financiamento do Estado. Este número representa 36% do encaixe líquido previsto para o próximo ano. Os valores previstos para este ano no Orçamento do Estado já foram largamente ultrapassados. 
 fonte:http://www.ionline.pt/ar

publicado por adm às 22:40

Novembro 22 2013

O Estado arrecadou 61 milhões de euros em certificados de aforro em outubro, em termos líquidos, abaixo do valor conseguido em setembro, de acordo com o boletim mensal da agência que gere a dívida pública.

O IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública divulgou hoje que os particulares investiram 131 milhões de euros em certificados de aforro em outubro e levantaram 70 milhões, o que dá 61 milhões de euros em termos líquidos, abaixo dos 99 milhões de euros do mês anterior.

Já desde o início do ano, foram investidos mais 411 milhões de euros em certificados de aforro, cujo saldo era no final de outubro de 10.080 milhões de euros.

Quanto aos certificados do tesouro, houve 30 milhões de euros investidos em outubro, estando aplicados neste instrumento um total de 1.415 milhões de euros, menos um milhão de euros do que no final de dezembro do ano passado.

O Governo tem vindo a tentar captar a poupança das famílias para a dívida pública e depois de, em agosto do ano passado ter alterado as condições de remuneração dos certificados de aforro, no final de outubro deste ano lançou os Certificados do Tesouro Poupança Mais, cujas subscrições ainda não vêm refletidas neste boletim do IGCP.

No entanto, segundo dados avançados à Lusa pelo instituto, só nos primeiros dois dias de vigência, o novo produto de poupança atraiu 59,7 milhões de euros.

Estes certificados, que custam um euro cada e têm um montante mínimo de subscrição de mil unidades, podem ser subscritos nas estações dos CTT - Correios de Portugal por investidores particulares, por prazos de cinco anos, com remunerações que vão dos 2,75% no primeiro ano aos 5% nos quarto e quinto ano.

A banca tem sido crítica quanto a estes produtos, considerando que o Estado se devia limitar à regulação e não a lançar produtos concorrentes aos depósitos bancários.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

publicado por adm às 20:44

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