Certificados de Aforro

Outubro 25 2014

O Estado arrecadou mais de 530 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em Setembro face a Agosto, tendo os portugueses investido nestes instrumentos de poupança mais de 15.600 milhões de euros.

De acordo com o boletim mensal divulgado esta sexta-feira pelo Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP), em Setembro as famílias investiram 278 milhões de euros em certificados de aforro e levantaram 52 milhões de euros e investiram 311 milhões de euros em certificados do tesouro e levantaram apenas um milhão.

Ao todo, no final de Setembro, os cofres do Estado tinham 11.595 milhões de euros relativos a certificados de aforro e mais 4090 milhões de euros em certificados do tesouro, totalizando 15.685 milhões de euros.

Face a Agosto, isto representa um aumento de 536 milhões de euros nestes dois instrumentos de poupança criados para captar o investimento das famílias.

Já comparando com os valores registados no final de 2013, verifica-se que nos primeiros nove meses deste ano o montante investido em certificados de aforro e em certificados do tesouro aumentou 3527 milhões de euros.

O Governo tem vindo a tentar captar a poupança das famílias para a dívida pública. Depois de, em Agosto de 2012, ter alterado as condições de remuneração dos certificados de aforro, no final de Outubro de 2013 lançou os Certificados do Tesouro Poupança Mais, cujas subscrições têm feito aumentar o saldo dos certificados do tesouro.

fonte:http://www.publico.pt/e

publicado por adm às 09:14

Setembro 27 2014

Os portugueses canalizaram 1,1 mil milhões de euros para Certificados de Aforro (CA) e Certificados do Tesouro (CT) em Julho e Agosto, os meses em que a crise no BES se intensificou e o banco foi alvo de uma intervenção das autoridades, tendo sido separado num banco ‘mau’  e no Novo Banco. Há pelo menos 13 anos que não havia dois meses com tanta procura por produtos de poupança do Estado.

Segundo dados do IGCP divulgados hoje, a subscrição dos dois principais instrumentos de dívida pública de retalho foi o principal factor para o aumento mensal de 0,4% na dívida directa do Estado em Agosto, que atingiu 217 mil milhões de euros no final de Agosto. Entre novas subscrições e resgates destes produtos, houve um saldo positivo de 554 milhões de euros em Agosto e de 588 milhões em Julho.

É comum haver meses de Verão com mais subscrição de certificados,  já que é o período em que os portugueses ficam com mais folga na conta bancária, depois de receberem o subsídio de férias.

Mas os movimentos registados este ano são bastante superiores à média. Segundo as estatísticas disponíveis no site do IGCP, que recuam ao início de 2001, não há registo de dois meses de tão forte subscrição de produtos de retalho como em Julho e Agosto deste ano. Os portugueses têm agora mais 15 mil milhões de euros aplicados nestes dois produtos (3,8 mil milhões em CT e 11,4 mil milhões em CA).

fonte:http://www.sol.pt/n

publicado por adm às 14:07

Setembro 21 2014

Não são apenas os depósitos dos bancos concorrentes do antigo BES que estarão a beneficiar com o colapso da instituição de Ricardo Salgado.

Dois tradicionais produtos de poupança que o Estado vende às famílias portuguesas (e que conta como dívida pública) -- os certificados de aforro e do Tesouro -- registaram aumentos muito pronunciados nos últimos meses. "Para estes aumentos, poderá ter contribuído a incerteza registada no setor bancário, em resultado do caso BES", diz a Unidade Técnica de Apoio Orçamental na Nota Mensal sobre a Dívida Pública de agosto.

A equipa de técnicos, que apoia o Parlamento observa que "no mês de julho, registou-se um acréscimo líquido significativo da posição de Certificados de Aforro e de Certificados de Tesouro".

Segundo os cálculos da UTAO, "o stock de Certificados de Aforro no final de julho situou-se nos 11120 milhões de euros, tendo-se verificado nesse mês um montante de subscrições (bruto) de 300 milhões, o maior acréscimo mensal desde, pelo menos, 1999". A subida homóloga implícita em julho é de 13,6% e de mais 4% face a junho, o mês em que se tornou evidente de que os problemas do GES afetariam severamente o BES.

O stock de Certificados de Tesouro aumentou para "3476 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 324 milhões" entre junho e julho, acrescenta o grupo de peritos da AR. O aumento mensal é de 10% e em termos homólogos supera os 150% (muito mais que duplicou).

Ou seja, em apenas um mês o Estado encaixou 624 milhões de euros em termos brutos, um movimento que a UTAO relaciona com a incerteza bancária provocada pela queda do BES.

Estes dois produtos de dívida pública são caracterizados pelo seu perfil conservador, pelo risco quase nulo e taxas de rendibilidade baixas. Em momentos de incerteza, a tendência é este tipo de aplicações atrair mais aforradores.

BES tirou diretamente 675 milhões à bolsa

A bolsa de valores também se ressentiu, perdendo dinheiro e o interesse de muitos investidores. De acordo com a UTAO, "a exclusão das ações do BES do índice, decidida pela Euronext, induziu uma perda automática e temporária no PSI-20, passando este a incluir apenas 18 empresas cotadas".

"As ações do BES foram retiradas a um valor de zero euros, diferentemente do que ocorreu com a Espírito Santo Financial Group, cujas ações foram retiradas ao valor de mercado que vigorava no momento da sua suspensão. Em resultado, o índice foi impactado por uma perda de 675 milhões de euros, correspondente ao valor de mercado do BES", refere a UTAO.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 12:44

Agosto 31 2014

Acções dos CTT ganham quase 9% desde o início de Julho, a maior valorização entre as cotadas do PSI20.

As acções dos CTT lideram os ganhos no PSI 20 desde o início de Julho, altura em que a crise no BEScomeçou a assolar o mercado português. E os problemas do banco podem mesmo ter dado um contributo positivo para os títulos dos CTT. Os títulos da empresa de correios ganham 8,88% neste período, o que compara com a perda de 12,23% do PSI 20. 

Em Julho, os instrumentos de poupança do Estado vendidos aos balcões dos CTT captaram mais subscrições que o normal. Um maior volume de aplicações nos certificados de aforro e do tesouro feita nos balcões dos CTT implica mais receitas em comissões para a empresa liderada por Francisco Lacerda. 

Esta semana os analistas do BPI referiram, numa nota aos clientes, que a forte subida nas subscrições dos produtos de poupança do Estado tinha um impacto positivo para as acções dos CTT. E adiantaram uma possível explicação para o aumento do interesse em certificados de aforro e do tesouro: "O ritmo de subscrição registou um forte aumento provavelmente devido à migração de poupanças e investimentos depois dos problemas com o BES/Novo Banco."

Em Julho, as subscrições líquidas de certificados de aforro foram e de tesouro foram de 587 milhões de euros. Nos certificados de aforro, as novas aplicações líquidas de resgates foram de 263 milhões de euros, o que compara com a média mensal de 121 milhões de euros registada entra Janeiro e Junho. Já para os certificados do tesouro as subscrições atingiram 324 milhões de euros, acima da média mensal de 210 milhões de euros.

Apesar das subscrições terem acelerado em Julho, desde o início do ano os certificados estavam já a atrair bastante poupança dos portugueses. E isso ajudou os CTT a registarem, entre o início de Abril e o final de Junho, o melhor desempenho trimestral de sempre no que diz respeito às receitas com serviços financeiros. O bom desempenho permitiu à empresa aumentar no primeiro semestre as receitas deste segmento em 20,8% para 35,4 milhões de euros. Os fluxos de produtos de poupança e de seguradoras comercializados pelos CTT duplicaram nos primeiros seis meses de 2014 em relação ao mesmo período do ano passado.

Contas feitas, os CTT conseguiram aumentar o lucro semestral em 14% para 36,1 milhões de euros. Os números acabaram por ser interpretados como positivos pelos analistas.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:05

Agosto 02 2014

Em agosto, as taxas dos Certificados de Aforro e dos Certificados do Tesouro mantêm-se. Os CA rendem 2,3% e os CTPM rendem, pelo menos, 3% a quem mantiver durante 5 anos.


 

Os Certificados de Aforro rendem 2,3% líquidos ao ano a quem subscrever ou renovar durante o mês de agosto, precisamente a mesma taxa dos melhores depósitos a um ano. São, por isso, uma boa opção para quem quer aplicar a curto prazo, até ao final de 2016.

 

Até essa data, estão congelados os prémios de permanência, e em sua substituição é adicionado um bónus fixo de 2,75% bruto à taxa base, não podendo a soma ser superior a 5%. É este bónus de 2,75% bruto que os torna especialmente atrativos num contexto em que a Euribor, principal indexante da remuneração dos Certificados de Aforro, está próxima de zero.

 

Em 2017 são retomadas as regras anteriores, nomeadamente o prémio por antiguidade. Subscrevem-se nos Correios com um mínimo de 100 euros e pagam juros trimestrais, sendo capitalizados. Só não pode mobilizar nos primeiros três meses.

 

Se tenciona aplicar por mais de dois anos com capital garantido, os Certificados do Tesouro Poupança Mais são o produto mais indicado. As taxas mantêm-se desde que este produto foi lançado, em outubro de 2013: 2,75% no primeiro ano, 3,75% no segundo, 4,75% no terceiro e 5% no quarto e quinto ano. Nestes dois últimos anos, pode ainda acrescer um bónus, consoante a taxa de crescimento do PIB.

 

O montante mínimo de subscrição é de 1000 euros e, tal como os Certificados de Aforro, também não tem custos e subscreve-se nos Correios. Apenas não permitem a mobilização no primeiro ano.

 

Consulte o simulador de dívida pública para comparar o rendimento destes dois produtos.

publicado por adm às 11:58

Julho 21 2014
O saldo líquido dos certificados de aforro registou em Junho o valor mais alto desde 2008, ano de lançamento da série. Os portugueses estão a investir a um ritmo de 15 milhões de euros por dia nos produtos do Estado.

Os dados da Agência de Gestão da Dívida Pública indicam um saldo positivo de 151 milhões de euros. Além do recorde, a diferença entre subscrições e resgates tem aumentado desde Fevereiro de 2014.

 

O saldo líquido dos certificados do tesouro também continua a aumentar, registando, em Junho, 210 milhões de euros, acima dos 207 milhões registados em Maio, de acordo com os dados do IGCP. No total, ambos os certificados renderam, em Junho, 361 milhões de euros, segundo os dados da agência.

 

O Negócios tinha noticiado na semana passada que os certificados do Tesouro e de aforro captaram, em conjunto, 1.882 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano. O valor investido em Junho, tanto num como no outro produto, bateu máximos, com Estado a conseguir atrair cada vez mais pequenos investidores para a dívida pública que comercializa no retalho.

 

Até Maio, de acordo com os dados da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), tinham entrado 1.502 milhões de euros nos dois certificados em comercialização. Em Junho, apurou o Negócios, o valor angariado através destes produtos fez aumentar o saldo global para 380 milhões de euros. Considerando os 125 dias úteis do semestre, entraram 15,05 milhões por dia. Em 2013, no mesmo período, só com os de aforro, a média era de apenas 648 mil euros.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

publicado por adm às 22:25

Junho 25 2014
Os portugueses voltaram a aplicar mais de 100 milhões de euros em certificados de aforro em Maio. Valor investido foi mesmo o mais elevado desde, pelo menos, 2008, elevando para 583 milhões o saldo acumulado no ano.

Os certificados de aforro continuam a atrair muitas poupanças dos pequenos aforradores nacionais. Em Maio, de acordo com os dados da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), investiram 144 milhões de euros, um máximo mensal desde, pelo menos, 2008, altura em que foi lançada a Série C.

 

No Boletim Mensal divulgado hoje, o IGCP revela que em Maio deram entrada 203 milhões de euros em certificados de aforro. Ao mesmo tempo, contudo, foram realizados resgates de 59 milhões, o que resultou num saldo líquido positivo de 144 milhões de euros. Desde 2008 que tal não acontecia.

 

Maio foi o quinto mês consecutivo em que o montante aplicado em certificados ficou acima da fasquia dos 100 milhões de euros. Uma tendência explicada em grande parte pela elevada rendibilidade que está a ser oferecida por este produto: taxa bruta anual de 3,271% em Junho. Os depósitos pagam, em média, 1,82%.

 

Com estes 144 milhões, o IGCP elevou para 583 milhões o montante total captado através de certificados de aforro no acumulado do ano. Este valor supera já o montante captado nos 12 meses de 2013, ano em que os portugueses emprestaram 462 milhões de euros ao Estado através de certificados de aforro.

 fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

publicado por adm às 20:03

Maio 22 2014
O valor aplicado pelos portugueses em certificados de aforro atingiu no último mês um máximo desde Agosto. Entraram mais 116 milhões de euros, um pouco menos que os 181 milhões aplicados nos certificados do Tesouro.

Os certificados de aforro estão cada vez mais a assumirem-se como uma alternativa de investimento para as famílias portuguesas. A prova disso está na forte entrada de dinheiro nestes títulos desde o início deste ano, algo que voltou a acontecer em Abril, mês em que foram aplicados 116 milhões de euros.

 

Segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), em Abril os portugueses investiram 174 milhões de euros em certificados de aforro. Ao mesmo tempo foram registados resgates de 58 milhões, o que se traduziu, ainda assim, num saldo positivo de 116 milhões.

 

O valor captado no mês de Abril foi o mais elevado desde Agosto, mantendo o ritmo de entrada de dinheiro nestes títulos acima da fasquia dos 100 milhões de euros registada nos primeiros meses deste ano. No acumulado, em 2014 o saldo está positivo em 439 milhões de euros.

 

O crescimento o valor investido pelas famílias portuguesas nestes certificados é explicado, tal como acontece nos do Tesouro, pela rendibilidade apresentada, bastante superior à dos depósitos da banca. Com a subida das Euribor, a taxa destes títulos tem vindo a crescer. Para as subscrições em Maio a taxa é de 3,281%, a mais alta desde 2010.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:11

Abril 24 2014

Desde o final de 2013, o Estado angariou mais 314 milhões de euros em certificados de aforro e mais 529 milhões de euros em certificados do tesouro.

O Estado arrecadou mais 247 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em março, tendo 13.000 milhões de euros nestes instrumentos de dívida no final do primeiro trimestre. De acordo com o Boletim Mensal do IGCP, a agência que gere a dívida portuguesa, em março, foram emitidos 154 milhões de euros em certificados de aforro e amortizados 59 milhões, tendo os portugueses aplicado em termos líquidos mais 95 milhões de euros neste instrumento, num total de 10.446 milhões de euros. Quanto aos certificados do tesouro, em março, as famílias investiram 153 milhões de euros e levantaram apenas um milhão, tendo aumentado o montante aplicado em termos líquidos em 152 milhões em março, num total de 2.555 milhões.

fonte: http://www.cmjornal.xl.pt

publicado por adm às 23:11

Fevereiro 20 2014

O Estado arrecadou 322 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em janeiro, segundo o boletim mensal da agência que gere a dívida pública, divulgado esta quarta-feira.

A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública informou hoje que os particulares investiram 213 milhões de euros em certificados do tesouro em janeiro e levantaram dois milhões de euros, o que dá 211 milhões de euros em termos líquidos, tendo a 31 de janeiro estes certificados um saldo de 2.237 milhões de euros.

Quanto aos certificados de aforro, houve em janeiro 174 milhões de euros investidos e 63 milhões de euros amortizados, estando aplicados neste instrumento um total de 10.245 milhões de euros. 

O Governo tem vindo a tentar captar a poupança das famílias para a dívida pública. Depois de, em agosto de 2012, ter alterado as condições de remuneração dos certificados de aforro, no final de outubro de 2013 lançou os Certificados do Tesouro Poupança Mais, cujas subscrições têm feito aumentar o saldo dos certificados do tesouro.

O valor aplicado em janeiro nos certificados do tesouro (2.237 milhões de euros) significa mais 58% do que os 1.416 milhões de euros de dezembro de 2012

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/50.

publicado por adm às 21:20

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