Certificados de Aforro

Outubro 20 2011

O volume de subscrições deste instrumento de poupança atingiu o valor mais baixo de sempre.

Há 30 meses consecutivos que as famílias portuguesas chumbam os certificados de Aforro. Só em Setembro, foram mais 278 milhões de euros que saíram deste instrumento de dívida do Estado, face a apenas 28 milhões de euros de novas subscrições, o valor mais baixo de sempre, que se traduziu num saldo líquido de novas subscrições negativo de 251 milhões de euros, revela hoje o IGCP no seu boletim mensal.

Estes números não são novidade. Desde o início do ano que o volume de resgates já ultrapassa em 12,4 vezes o volume de subscrições de CA, arrastando o saldo de subscrições líquidas totalize os -3.256 milhões de euros.

Mas segundo as estimativas do governo, este não valor não deverá ficar por aqui: de acordo o Orçamento do Estado para 2012, as subscrições líquidas de CA deverão terminar o ano com um saldo negativo de 4.000 milhões de euros.

Recorde-se que a taxa de juro bruta para novas subscrições de CA em tinha sido fixada em 1,556% e para Outubro, o IGCP colocou a taxa de remuneração destes instrumentos nos 1,555%.

Numa situação relativamente diferente continuam os certificados do Tesouro (CT), que voltaram a somar um saldo líquido mensal de subscrições positivo, há conta de um volume de subscrições de 32 milhões de euros e de 22 milhões de euros de resgates.

As taxas brutas de remuneração dos CT subscritos em Outubro mantêm-se inalteradas às praticadas em Setembro, com a taxa ilíquida dos juros distribuídos anualmente do primeiro ao quinto ano nos 2,05%; para uma aplicação a cinco anos a taxa de remuneração é de 6,80% e para uma aplicação a 10 anos o juro bruto continua a ser de 7,1%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

publicado por adm às 23:36

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