Certificados de Aforro

Dezembro 29 2010

A três dias do final do ano, é já possível saber qual vai ser a taxa paga pelos Certificados de Aforro em Janeiro de 2011. A rentabilidade deste produto de poupança vai voltar a baixar, para 1,116%.

O valor fica assim abaixo dos 1,134% pagos para as subscrições efectuadas durante o corrente mês de Dezembro.

A fórmula de cálculo utilizada pelo Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), que usa como referência a taxa Euribor a três meses nas 10 sessões antes da antepenúltima sessão de cada mês dita a descida da remuneração.

Os Certificados de Aforro têm perdido adeptos ao longo dos últimos meses, devido à baixa remuneração, que está muito aquém daquela que é paga pelos novos Certificados do Tesouro, cuja rendibilidade está dependente dos juros das obrigações do Tesouro a cinco e a 10 anos. 

Dados do IGCP mostram que, desde o início do ano e até ao fim de Novembro, os Certificados de Aforro perderam 1.330 milhões de euros, em termos líquidos. Um movimento contrário registam os Certificados do Tesouro, no mercado desde Julho. Em apenas cinco meses foram aplicados mais de 400 milhões de euros neste produto.

Os economistas apontam para uma subida da taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) no final de 2011, pelo que as Euribor poderão começar mais cedo a reflectir essa tendência. Se tal acontecer, é provável que a rendibilidade dos Certificados de Aforro volte a subir no ano que vem.

fonte:agenciafinanceira

publicado por adm às 00:43

Dezembro 28 2010

Desde o lançamento da série C, em Janeiro de 2008, o número de aforradores desceu de 718 mil para 611 mil. E os resgates ultrapassam os 5 mil milhões de euros.

A poucos dias de terminar o ano, não restam dúvidas que 2010 terá um saldo negativo para o mais antigo instrumento de poupança do Estado. A fuga de investidores registada pelos Certificados de Aforro está a caminho do segundo pior ano de sempre, a que acresce, novamente, um saldo negativo entre emissões e resgates e a perda de peso deste instrumento de dívida pública no financiamento do Estado.

Segundo dados do IGCP revelados ao Diário Económico, o número de investidores desceu de cerca de 641 mil em Janeiro para pouco mais de 611 mil no final de Novembro. Uma perda de 30 mil aforradores que, após a fuga recorde de 48 mil portugueses em 2008, corresponde ao segundo pior ano desde o início da década. O lançamento dos certificados do tesouro- cuja remuneração tem beneficiado com a crise da dívida soberana- e o aumento do juro dos depósitos a prazo explicam o ritmo de fuga dos Certificados de Aforro deste ano.

fonte:http://economico.sapo.pt

publicado por adm às 00:50

Dezembro 28 2010

Taxa a pagar pelo Estado não deverá ir além de 1,118%.

Se 2010 não foi um ano positivo para os Certificados de Aforro, o arranque de 2011 também não é optimista. Quem subscrever ou efectuar a revisão trimestral do juro em Janeiro será confrontado com uma nova redução na remuneração no produto de poupança do Estado.

Apesar de a taxa de juro a pagar em Janeiro só poder ser calculada com precisão hoje, o Diário Económico antecipou-se. Fez as contas e verificou que o retorno vai inverter a tendência de crescimento mensal registada desde Outubro. Em Dezembro, o Governo está a pagar 1,134%. Mas o juro não deverá ir além de 1,118% no próximo mês.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 00:49

Dezembro 17 2010

Os portugueses já retiraram mais de 1.000 milhões de euros deste produto de poupança, até Novembro. É um novo recorde anual

 

Os portugueses nunca tiraram tanto dinheiro dos certificados de Aforro (CA). Quando falta ainda conhecer os números de Dezembro, há já um recorde de resgates líquidos, que superam a fasquia dos 1.000 milhões de euros. Um movimento explicado pela baixa rendibilidade e pelo surgimento dos certificados do Tesouro.

O saldo entre novas subscrições e resgates foi negativo em Novembro, pelo 20.º mês consecutivo. Saíram dos CA mais 169 milhões de euros, menos do que em Outubro. No acumulado do ano, o balanço é agora negativo em 1.136 milhões de euros, sendo este já um novo recorde.

Nunca, em termos anuais, tinha havido tamanha retirada de dinheiro dos CA. O anterior recorde foi fixado em 2008, ano em que foi introduzida a Série C, verificando-se um saldo líquido negativo de 997 milhões de euros. No ano passado foram retirados 326 milhões, de acordo com dados do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP).
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:31

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