Certificados de Aforro

Fevereiro 23 2011

O juro dos certificados de aforro continua muito longe do oferecido pelos novos certificados do tesouro.

Quem subscrever certificados de aforro em Março será remunerado a uma taxa de 1,174%, um valor superior aos 1,116% definidos para as subscrições realizadas em Fevereiro e Janeiro. A melhoria da taxa resulta da tendência de subida da Euribor a três meses nas últimas semanas.

O valor mantém-se, contudo, muito longe dos juros oferecidos pelos certificados do tesouro, que estão acima de 6%. Esta diferença tem levado muitos portugueses a resgatar certificados de aforro, outrora uma das aplicações financeiras preferidas das famílias portuguesas.

Em Janeiro de 2011, por exemplo, os resgates dos certificados de aforro ascenderam a 223 milhões de euros, enquanto as subscrições ficaram-se por 41 milhões. A diferença foi negativa em 182 milhões de euros.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 22:22

Fevereiro 17 2011

Certificados do Tesouro continuam a atrair investimento mas em Janeiro já houve o primeiro resgate

 

Os portugueses continuam a fugir dos Certificados de Aforro (CA) e em Janeiro este produto perdeu mais 182 milhões de euros, que se somam aos 1.400 milhões já resgatados durante o ano passado. De acordo com o Boletim Mensal do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), no primeiro mês de 2011, os portugueses aplicaram 41 milhões nos CA mas retiraram 223 milhões, o que resulta num saldo líquido negativo de 182 milhões. A fuga de capital deste produto prende-se com a baixa rendibilidade, que está indexada à Euribor a três meses. Apesar das ligeiras subidas recentes, continua em níveis baixos e a taxa de rendimento para as novas subscrições de CA feitas este mês não vai além de 1,116%. Quem ganha com isto são os Certificados do Tesouro (CT), um produto de poupança alternativo criado há poucos meses pelo Governo, cuja rendibilidade, indexada à taxa das Obrigações do Tesouro a 5 e 10 anos, é bem mais elevada. Valor aplicado caiu quase 60% face a Dezembro, mês em que as subscrições deste produto de poupança do Estado atingiram um recorde. Em Janeiro, os portugueses investiram 105 milhões de euros neste produto e retiraram apenas 10, o que resultou num saldo líquido positivo de 95 milhões. Este foi o primeiro mês em que houve resgates de CT desde que o produto chegou ao mercado, em Agosto passado, até porque o mesmo tinha um período de indisponibilidade de seis meses.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 22:17

Fevereiro 07 2011

Os produtos de aforro do Estado são vendidos com total garantia de capital e sem qualquer risco associado. Ainda assim, em alguns casos superam os retornos oferecidos pelos produtos da banca. O que parece desafiar o senso comum de que, em quase tudo na vida, quanto maior o risco, maior a recompensa.

 

Os produtos de aforro do Estado são vendidos "sem risco absolutamente nenhum. O Estado é o Estado, paga sempre - ponto final". Esta é a resposta que milhares de portugueses ouvem quando se dirigem a uma estação dosCTT atraídos pela "segurança" dos certificados de Aforro ou pelos juros cada vez mais generosos dos certificados do Tesouro.

Há várias décadas que os portugueses se habituaram a ter nos retornos tradicionalmente modestos dos certificados de Aforro (CA) uma opção sólida para aplicar parte das suas poupanças. Entretanto apareceram os certificados do Tesouro (CT) que, proporcionando taxas cada vez mais elevadas, seduziram um número crescente de portugueses. 
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:48

Tudo sobre os Certificados de Aforro aqui
pesquisar
 
Pesquisa personalizada
subscrever feeds
links