Certificados de Aforro

Dezembro 28 2011
Descrição


O resgate permite a amortização total ou parcial de Certificados de Aforro, sendo apenas reembolsáveis um trimestre após a data-valor da sua subscrição.

No caso de um resgate parcial  será editado um novo certificado representativo das unidades remanescentes. O resgate que ocorra fora das datas de vencimento de juros determina o não pagamento de juros entre a última data de vencimento e a do resgate.

O valor de resgate incorpora o capital inicial acrescido dos juros capitalizados e dos prémios de permanência.

 
Quem pode requerer?

 

    Titular;Mandatário com poderes especiais para  o efeito;
  • Movimentador que estiver registado na subscrição a resgatar.
 
Onde posso requerer?


No local:

  • Balcão de atendimento da entidade
  • , apenas para Certificados de Aforro série A;
  • Estações dos CTT.

 

 

 

 
Quando posso requerer?


Em qualquer momento,  um trimestre após a data-valor da subscrição.

 
O que preciso para requerer?


No local:
» Documentos e requisitos:
1. Certificados a amortizar;
2. Documento de Identificação.

» Formulário para pedido de resgate de Certificado de Aforro.

 

 

 

 

 

 

 

 
Qual o custo?


Não tem custos.

 
Quais os prazos para a prestação do serviço?

 

  • Pedido no posto de atendimento ao público do IGCP (apenas para Certificados de Aforro série A) e nas estações online dos CTT
  • : no momento;
  • Pedido nas restantes estações dos CTT: cerca de 3 dias úteis.
 
Outras Informações


No site do IGCP pode consultar informação mais detalhada sobre os Certificados de Aforro.

fonte:http://www.portaldocidadao.pt/

publicado por adm às 16:37

Dezembro 27 2011

Juro líquido dos certificados de aforro vai descer, no próximo mês, para o nível mais baixo desde Abril. Fica ligeiramente acima de 1%.

Os certificados de aforro vão pagar menos, a partir de Janeiro. A queda da Euribor vai fazer baixar o retorno deste produto, penalizado também pelo aumento da tributação dos rendimentos de capital de 21,5% para 25%. O juro líquido ficará, assim, ligeiramente acima da fasquia de 1%.

A taxa bruta anual, a aplicar em Janeiro, vai descer pelo segundo mês consecutivo. Passa dos 1,496% actualmente em vigor, até ao final da semana, para os 1,452%, no próximo mês, de acordo com cálculos do Negócios, tendo em conta a fórmula utilizada pelo IGCP.

O retorno bruto desce, reflectindo a evolução recente das taxas interbancárias, nomeadamente a Euribor a 3 meses que se fixou, ontem, nos 1,396%. Recuou pela quarta sessão, num movimento de ajuste à taxa directora do Banco Central Europeu que está, desde o início do mês, em 1%.

A queda da rendibilidade é acentuada, no entanto, pelo agravamento da carga fiscal sobre os rendimentos de capital, anunciada pelo Governo. O imposto aplicado aos depósitos a prazo, mas também aos certificados de aforro e do Tesouro vai ser revisto em alta, passando para 25%.

Assim, a taxa líquida a aplicar nos três meses seguintes à subscrição deste produto de poupança do Estado não vai ser de 1,14%, se fosse tributada a 21,5%, mas sim de 1,089%, com o imposto agravado. Este será o retorno líquido mais baixo desde Abril, de acordo com a informação compilada pelo IGCP.

O aumento da tributação é mais um factor negativo para os certificados de aforro, um produto que não tem conseguido concorrer com outras aplicação de poupança, nomeadamente os "tradicionais" depósitos a prazo. E isso tem levado à fuga de investidores.

Desde o início do ano já foram resgatados 3.820 milhões de euros deste produto, sendo que o Governo admite, no Orçamento do Estado, que o valor supere os 4.000 milhões no final deste ano. No total, os certificados de aforro perderam 68.662 investidores.

Cálculos realizados pelo Negócios apontam para que cada aforrador tenha retirado, em 2011, em média, 55 mil euros deste produto. Em sentido inverso, os certificados do Tesouro, que pagam uma taxa de juro máxima de 7,1%, atraíram 600 milhões de euros das poupanças dos portugueses, este ano. 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/i

publicado por adm às 21:25

Dezembro 23 2011

Só apenas em Novembro, os portugueses retiraram 299 milhões de euros dos certificados de Aforro, a manter uma tendência que se verifica há já 32 meses consecutivos. 

Já o investimento neste produto foi de 27 milhões. Contas feitas, o saldo foi negativo em 272 milhões de euros no último mês, revela o Boletim Mensal do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP).

Desde o início do ano, já se perderam 3,8 mil milhões de euros. E o Governo prevê a saída de 4 mil milhões no cômputo do ano. Um resultado impulsionado pela baixa rentabilidade deste produto de poupança - quem subscrever hoje terá uma taxa de 1,496% nos próximos três meses. 

Em contrapartida, o investimento em certificados do Tesouro aumentou, mas apenas em 14 milhões de euros. Foram investidos 34 milhões de euros e resgatados 20 milhões. 

Desde o início do ano, este tipo de produto conseguiu arrecadr apenas mais 608 milhões de euros, não conseguindo, assim, compensar a perda verificada com a fuga nos certificados de Aforro.

Entre estes dois instrumentos, os investidores privados retiraram dos cofres do Estado, entre o final de 2010 e o final de Novembro, 3.212 milhões de euros das suas poupanças.

Em larga vantagem estão os depósitos a prazo. A banca está a praticar uma taxa de juro média acima dos 4,5%.

Conta do Estado, o saldo da dívida directa caiu 1,2% em Novembro, face ao mês anterior, cifrando-se em 174,69 mil milhões de euros, revela o IGCP. Uma redução que se «deveu essencialmente à amortização de Bilhetes do Tesouro», no montante de 3,96 mil milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:26

Dezembro 20 2011

Entre Janeiro e Outubro deste ano, as famílias portuguesas retiraram dos certificados de aforro 3864 milhões de euros, o equivalente a uma média de 12,7 milhões de euros resgatados por dia. Pelo contrário, os depósitos continuam a aumentar, apesar do menor rendimento disponível.

Segundo o boletim do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP), o ritmo de saída de dinheiro dos certificados de aforro é 12 vezes superior à entrada de novas aplicações. Nos primeiros dez meses, foram investidos 316 milhões de euros neste produto de poupança. Aliás, em Outubro, a emissão de novos títulos totalizou apenas 30 milhões de euros, ao passo que as amortizações atingiram os 322 milhões.

Os baixos juros pagos pelos certificados de aforro têm levado muitos investidores a resgatar as verbas aplicadas. Em Dezembro, a remuneração bruta da aplicação correspondia a 1,46%, segundo o IGCP.

Com a crescente escassez de liquidez no sistema financeiro, os bancos voltaram às origens, com os juros dos depósitos a prazo a aumentarem mês após mês. Os números do Banco de Portugal mostram que, em Outubro, os juros oferecidos nos novos depósitos atingia os 4,5%.

A atractividade desta poupança tem levado muitas famílias a aplicarem mais verbas nos bancos. Num único mês, Outubro, a subscrição de novos depósitos totalizou os 11,7 mil milhões de euros. É preciso recuar a Julho de 2008 para encontrar um montante tão alto. No total, os bancos têm 128,3 mil milhões de euros de clientes particulares. Também os certificados do tesouro estão a absorver as verbas retiradas dos certificados de aforro. Até Outubro, as subscrições atingiram os 910 milhões de euros.

RESGATES DE DÍVIDA IGUALAM AS SUBSCRIÇÕES

As dificuldades das famílias em poupar começam a transparecer nos números. Depois de em Setembro os depósitos terem registado a primeira quebra em três meses, os certificados do tesouro – afectos à dívida pública portuguesa – também se ressentem. Em Outubro, os resgates – 31 milhões – anularam por completo as novas subscrições, no mesmo valor.

Apesar disso, de Janeiro até agora, o saldo é positivo já que a emissão de novos títulos totalizou os 910 milhões de euros e os reembolsos ascenderam a 318 milhões. Os receios em relação ao pagamento da dívida soberana que surgem no seio europeu podem estar a penalizar este instrumento de poupança.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


publicado por adm às 00:08

Dezembro 17 2011
Com a fuga aos certificados de aforro sem dar sinais de que irá abrandar, o Governo arrisca-se a chegar ao final do ano com ainda menos dinheiro. A análise mensal da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre a dívida pública deixou o alerta: até Outubro, os resgates líquidos dos certificados de aforro correspondem a 87% do que estava previsto para todo o ano, o que deixa o Governo com uma margem curta para os últimos dois meses de 2011.

Os certificados do Tesouro também têm visto as suas subscrições abrandar e, por isso, não vão conseguir compensar a perda. Se exceder o limite de resgates previsto no Orçamento do Estado (OE) de 2012 para este ano, o Executivo terá provavelmente de voltar-se para os investidores institucionais e emitir dívida de curto prazo, o que irá implicar pagar taxas mais elevadas.

Os últimos dados do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) mostram que, entre Janeiro e Outubro, os resgates líquidos de certificados de aforro atingiram os 3548 milhões de euros. Além de excederem largamente a previsão de 500 milhões inscrita no relatório do OE de 2011, estes números arriscam, também, ir além da última estimativa do Governo para este ano.

"Para que se cumpra a mais recente previsão do relatório da proposta do OE 2012 (4080 milhões de euros), os eventuais resgates até ao final de 2011 não poderão exceder, em média, os 266 milhões de euros por mês, situação que se verificou apenas por três vezes no corrente ano", refere a UTAO, que funciona como um organismo independente sob alçada da Assembleia da República.

A performance dos certificados do Tesouro, apesar de positiva, não será suficiente para compensar a fuga do mais antigo produto de poupança do Estado. Até Outubro, aqueles certificados captaram 593 milhões de euros. Faltam 149 milhões para bater o limite do OE. Contudo, mesmo nestes instrumentos de financiamento, apesar de haver subscrições líquidas positivas desde o seu lançamento, em Julho do ano passado, o ritmo de captação também tem vindo a abrandar. Além disso, em Outubro, o saldo dos certificados do Tesouro foi, pela primeira vez, nulo, registando igual valor de subscrições e resgates.

Desde que rebentou a crise da dívida na Grécia, no início de 2010, acentuou-se a fuga aos certificados de aforro, devido à mudança das regras e aos receios de que os países periféricos do euro enveredassem por uma reestruturação da dívida, que poderia vir a infligir perdas aos credores particulares. O pico de subscrições deu-se em Abril deste ano, mês em que Portugal pediu ajuda externa e em que os portugueses retiraram 705 milhões deste produto de poupança do Estado. Desde então, as sucessivas medidas de austeridade agravaram a situação das famílias, obrigando muitas a recuperar as suas poupanças. Paralelamente, os próprios certificados perderam atractividade, devido ao congelamento das taxas de juro oferecidas nos certificados do Tesouro e a alterações que baixaram a remuneração dos certificados de aforro. Quem tinha dinheiro para pôr de lado, optou por virar-se para os bancos, que oferecem juros elevados nos depósitos a prazo.

De acordo com a UTAO, o stock de certificados de aforro representa, neste momento, apenas 6,7% do stock de dívida directa do Estado, menos de metade do registado em 2008. Vários especialistas têm vindo a alertar para as vantagens de o Estado melhorar a remuneração dos certificados de aforro e, assim, captar mais financiamento por essa via. Mas, até agora, não se avançou com nada.

fonte:http://economia.publico.pt/N

publicado por adm às 12:48

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