Certificados de Aforro

Dezembro 26 2012

Os particulares continuaram a retirar dinheiro dos certificados de aforro, embora o ritmo de 'fuga' seja cada vez menor, segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP).

Em outubro foram subscritos 59 milhões de euros em certificados de aforro e amortizados 85 milhões, de acordo com o boletim mensal do IGCP, hoje publicado.

Ainda segundo os números do IGCP, o valor no final de outubro investido por particulares em certificados de aforro é 9.688 milhões de euros - menos 26 milhões que no final de setembro.

O saldo líquido dos certificados de aforro caiu 1.696 milhões desde o início do ano. O peso dos certificados de aforro no total da dívida direta portuguesa é agora de 5%; no final de 2011 os certificados representavam 6% da dívida.

O saldo negativo registado em outubro é, contudo, muito menor que o de meses anteriores. Nos últimos anos, as taxas de juro relativamente baixas oferecidas pelos certificados de aforro levaram muitos particulares a abandonar este instrumento financeiro.

Em 2010, o Governo de José Sócrates criou um novo instrumento público de poupança, os certificados do Tesouro. Em setembro, a subscrição destes certificados foi suspensa.

Em outubro, foram amortizados 4 milhões de euros de certificados do Tesouro, continuando 1.423 milhões de euros na posse de particulares.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

publicado por adm às 11:49

Dezembro 20 2012

Os Certificados de Aforro continuam a perder dinheiro mas o ritmo das retiradas voltou a diminuir.

Os portugueses resgataram em termos líquidos 21 milhões de euros em Novembro, o valor mais baixo desde Junho de 2009.

Em Setembro, o instituto que gere o crédito público introduziu alterações à taxa de juro dos Certificados de Aforro (CA) na tentativa de estancar as saídas deste instrumento, que duram desde o início de 2008. Desde então os portugueses retiraram em termos líquidos mais de oito mil milhões de euros dos CA.

Com as alterações introduzidas, os CA passaram a beneficiar de um prémio fixo de 2,75%, em vez de prémios crescentes a partir do segundo ano, que atingiam o máximo de 2,5% no décimo ano. Estas condições estarão em vigor até 31 de Dezembro de 2016, data após a qual serão retomadas as condições originais, e têm um limite de remuneração máxima de 5%.

Embora a remuneração deste produto permaneça indexada à taxa Euribor a três meses - actualmente em mínimos históricos - a introdução deste prémio fixo elevou a remuneração dos CA para valores superiores à taxa de juro da maioria dos depósitos a prazo. Em Dezembro, a remuneração dos CA da série C atinge os 3,162%.

Desde a entrada em vigor das novas condições os CA têm vindo a perder cada vez menos investimento. Em Setembro foram registadas saídas líquidas de 38 milhões de euros e, em Outubro de 26 milhões de euros. Já no último mês as retiradas somaram apenas 21 milhões de euros, valores que comparam com valores superiores a 200 milhões de euros nos meses anteriores.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 23:31

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