Certificados de Aforro

Maio 30 2013
Os juros oferecidos pelos certificados de aforro vão descer no próximo mês. A queda da taxa que serve de referência para este produto vai ditar uma descida da rendibilidade para um mínimo de cinco meses. Ainda assim, ficará acima da fasquia dos 3%, superior à média praticada pelos bancos nos depósitos a prazo.

Os cálculos realizados pelo Negócios colocam a taxa bruta anua, para os próximos três meses nos 3,17%. Este juro compara negativamente com o de 3,177% oferecido aos investidores que subscrevam estes títulos durante este mês, sendo o mais baixo desde Janeiro (altura em que a taxa praticada estava nos 3,156%).

 

Esta queda é explicada pela descida do indexante de base dos certificados, a Euribor a 3 três meses, que corrigiu dos ganhos recentes perante o novo corte da taxa de referência da Zona Euro. E também a possibilidade de a taxa de depósitos do BCE passar para negativo, com Mario Draghi a forçar os bancos a emprestarem dinheiro entre si.

 

A média da Euribor nas 10 sessões até ao antepenúltimo dia de Maio foi de 0,2%. A esta passou a ser adicionada, desde Setembro, um prémio fixo de 275 pontos-base, que fez disparar a rendibilidade deste produto do Estado, superando o retorno oferecido pelos bancos nos depósitos a prazo. A taxa média nas aplicações a um ano era, em Março, de 2,35%. A revisão em alta da taxa dos certificados permitiu estancar a fuga de dinheiro destes títulos.

 

Contudo, não está a conseguir atrair tanto financiamento quando o desejado pelo Executivo. Desde o início do ano foram subscritos, em termos líquidos, apenas 22 milhões de euros. Extrapolando do primeiro quadrimestre os próximos dois, os certificados poderão fechar 2013 com um saldo de 66 milhões. É menos de metade dos 144 milhões previstos no Orçamento do Estado.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:31

Maio 25 2013
Saldo entre novas emissões e resgates voltou a ser negativo, tal como já tinha acontecido no mês anterior. Valor total angariado através desde produto de poupança ascende a apenas 22 milhões de euros desde o início do ano.

Depois de três meses consecutivos de saldo positivo entre novas subscrições e resgates, Março e Abril voltaram a ser meses negativos para os certificados de aforro. Os portugueses retiraram dois milhões de euros em Março e mais dois milhões em Abril. 

 

De acordo com os dados do IGCP, o montante total aplicado em dívida do Estado através de certificados de aforro baixou para os 9.691 milhões de euros no final de Abril. Este valor compara com os 9.693 milhões de euros em Março. São menos dois milhões de euros.

 

O movimento recente contrasta com a evolução positiva registada desde que a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) decidiu rever em alta a remuneração, dos certificados, em Setembro. A taxa bruta actual é de mais de 3%.

 

Dada a quebra nos dois últimos meses, o montante global angariado pelo Estado através destes títulos cifra-se, este ano, em apenas 22 milhões de euros. A meta do Governo é a de conseguir captar 144 milhões de euros até ao final do ano.

 

Novos produtos para o retalho

 

A revisão em alta da remuneração nos certificados de aforro teve como objectivo reabilitar este produto como um mecanismo de obtenção de financiamento do Estado através de pequenos investidores. No mesmo sentido, o IGCP prepara novos produtos.

 

O presidente do IGCP, João Moreira Rato, na conferência de imprensa em que foram apresentados os resultados da emissão de dívida a 10 anos de Portugal, diz que estão a ser analisados os novos produtos.

 

Na calha poderá estar a venda directa de obrigações do Tesouro a pequenos investidores, sendo que o responsável pela gestão da dívida pública admitiu também novos certificados inspirados nos certificados do Tesouro.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 16:58

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