Certificados de Aforro

Julho 24 2013

Os particulares colocaram mais 28 milhões de euros em Certificados de Aforro em Junho, com estes instrumentos a recuperarem 81 milhões de euros desde o início do ano, longe dos mais de 1700 milhões de euros perdidos em 2012.

De acordo com o boletim mensal publicado nesta quarta-feira pelo IGCP – Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, o valor aplicado pelos particulares no final da primeira metade do ano atingia os 9750 milhões de euros, mais 28 milhões de euros do que em Maio.

Desde o início do ano, os Certificados de Aforro registaram um aumento líquido nas subscrições de 81 milhões. Apesar da melhoria, que acontece após a suspensão da subscrição de Certificados do Tesouro (que, como tinham a rendibilidade ligada às taxas de juro das Obrigações do Tesouro a 10 anos no mercado secundário, acabavam por não ser rentáveis para o Estado) e do aumento das taxas de juro para estes instrumentos, a recuperação é ainda muito ténue face à sangria verificada no ano passado.

Em 2012, os Certificados de Aforro perderam 1715 milhões de euros, um valor muito superior ao esperado pelo Governo. Já os Certificados do Tesouro voltaram a perder subscrições, com os particulares a retirarem quatro milhões de euros neste tipo de instrumentos onde já não são aceites novas subscrições.

A dívida directa do Estado (ainda não consolidada como calculada pelo Eurostat) atingiu os 206,6 mil milhões de euros, por efeito da transferência da última tranche do empréstimo internacional relativa à sétima revisão do Programa de Assistência Económica e Financeira.
 fonte:http://www.publico.pt/e

publicado por adm às 23:33

Julho 16 2013

A subtil subida da Euribor deu mais uns pozinhos à taxa bruta dos Certificados, que passou de 3,17% para 3,181 por cento.


A série C dos Certificados de Aforro, em subscrição, aumentou a taxa de juro bruta de 3,17% para 3,181% (taxa base acrescida de 2,75%). Estas pequenas subidas não são suficientes para alterar o rendimento líquido, que se mantém em 2,3%. A série B, que já não pode ser subscrita desde 2008, rende 3,1344% brutos, ou seja, 2,3% líquidos.

Os Certificados de Aforro estão a cair novamente  nas boas graças dos aforradores portugueses. Nos primeiros cinco meses deste ano já foram aplicados 437 milhões de euros, mais do que em todo o ano de 2012, e foram resgatados 385 milhões de euros, quase seis vezes menos do que no ano anterior. Ao contrário do que aconteceu nos últimos cinco anos, o saldo é positivo, totalizando já 52 milhões de euros.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/d


publicado por adm às 23:12

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