Certificados de Aforro

Dezembro 31 2013

Janeiro vai ser benéfico para os investidores que apostam nos Certificados de Aforro. A taxa dos Certificados de Aforro para janeiro será de 3,245%, segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP. O valor em dezembro foi de 3,187%.

O valor vai bater o máximo desde do verão do ano passado, sobretudo devido á subida da taxa Euribor a 3 meses, que é a utilizada para calcular a taxa mensal dos certificados de aforro. O calculo da Euribor a 3 meses para os Certificados de Aforro série C é a seguinte: média dos valores da Euribor a três meses observados nos dez dias úteis anteriores, sendo o resultado arredondado à terceira casa decimal.

Certificados Poupança Mais disparam

Já o novo produto do Estado, lançado no dia da poupança, obteve durante o mês de novembro 428 milhões de euros em subscrições, elevando para mais de 1,8 mil milhões de euros os valores subscritos em Certificados do Tesouro e em Certificados Poupança Mais.

fonte:http://www.fundspeople.pt/n

publicado por adm às 11:52

Dezembro 23 2013

O Estado conseguiu captar até novembro mais 856 milhões de euros das poupanças dos particulares no retalho, especialmente depois de lançar os novos certificados do tesouro, que atraíram 425 milhões de euros em apenas um mês.

De acordo com o boletim mensal do IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, o Estado conseguiu atrair nos primeiros onze meses do ano mais 856 milhões de euros das poupanças dos particulares no retalho, em termos líquidos (entre emissões e amortizações) face ao final do ano passado.

Destes, 431 milhões de euros foram através da captação de certificados de aforro, que desde a melhoria nas suas condições têm vindo gradualmente a conseguir captar mais poupanças, depois de um largo período de queda.

A novidade acaba mesmo por ser o valor conseguido com certificados do tesouro. Este instrumento tem estado vedado desde agosto de 2012 a novas subscrições, sendo que tinham sido criados em 2012.

No entanto, o IGCP decidiu lançar uma nova versão chamada certificados do tesouro poupança mais e o valor disparou.

No final de 2012, o valor subscrito em certificados do tesouro estava nos 1.416 milhões de euros e no final de outubro estava um milhão de euros abaixo, nos 1.415 milhões de euros, mas em novembro, com a entrada em vigor deste novo instrumento, o número disparou para os 1.841 milhões de euros.

No final são mais 425 milhões de euros, em termos líquidos, que o IGCP consegue captar das poupanças dos particulares com certificados de aforro em apenas um mês, quase o mesmo resultado que obteve em 11 meses com os certificados de aforro.

publicado por adm às 22:41

Dezembro 13 2013
Até final de Novembro houve quase 32 mil novas subscrições

As famílias portuguesas mobilizaram 461 milhões de euros para o novo instrumento de aforro do Estado em pouco de um mês. Desde 31 de Outubro, quando começaram a ser comercializados os Certificados do Tesouro Poupança Mais, houve quase 32 mil subscrições (31972), de acordo com dados avançados ao i pelo IGCP (Agência para a Tesouraria e Dívida Pública). O número de subscrições não corresponde necessariamente ao número de investidores, já que há muitos aforradores que têm mais do que uma subscrição, mas dá uma dimensão da corrida das famílias ao novo produto que assegura uma remuneração que chega a 5% no final de cinco anos.

Considerando o valor total investido até 30 de Novembro, o investimento médio diário foi da ordem dos 14,8 milhões de euros. No arranque do produto, a aplicação média diária foi de 30 milhões de euros, mas é natural que o ritmo de novas subscrições e os montantes aplicados se reduza com o tempo à medida que se esgota a poupança disponível para esta aplicação.   

A governo já tinha conseguido inverter a fuga da poupança da dívida pública ao melhorar as taxas de juro dos certificados de aforro. Este ano e até Outubro, último mês para o qual há estatísticas da dívida, o investimento líquido do retalho em dívida pública recuperou cerca de 400 milhões de euros. No entanto, o verdadeiro salto só é dado com o lançamento dos novos certificados do Tesouro. Para 2014 o governo previa captar cerca de 2,5 mil milhões de euros em poupança das famílias para financiamento do Estado. Este número representa 36% do encaixe líquido previsto para o próximo ano. Os valores previstos para este ano no Orçamento do Estado já foram largamente ultrapassados. 
 fonte:http://www.ionline.pt/ar

publicado por adm às 22:40

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