Certificados de Aforro

Maio 26 2011

Escalada das Euribor eleva rendibilidade dos certificados de aforro. Subscrições em Junho vão render 1,467%.

Os cálculos efectuados pelo Económico permitem antever que no próximo mês os juros para as subscrições feitas nos certificados de aforro vão voltar a subir pelo quarto mês consecutivo.

Assim, quem investir neste produto do Estado irá beneficiar de um juro bruto de 1,467%. Trata-se da taxa mais elevada desde Maio de 2009. A subida da remuneração destas aplicações é justificada pela evolução positiva da taxa Euribor a três meses que serve de referência para o cálculo dos juros dos certificados de aforro.

Desta forma, no espaço de um ano a remuneração destas tradicionais aplicações financeiras quase que duplicou. Recorde-se que em Maio do ano passado, as taxas de juro dos certificados atingiram um mínimo de 0,797%.

No entanto, e apesar da melhoria da remuneração verificada nos últimos meses, tal facto não está a ser suficiente para atrair o dinheiro dos investidores portugueses. Na verdade, em Abril os investidores retiraram 705 milhões de euros destas aplicações. Foi o maior montante mensal de resgates desde que o IGCP divulga estatísticas.

Os receios de que um cenário de reestruturação da dívida pública portuguesa possa também atingir os investidores em certificados de aforro, levou os aforradores a evitarem estas aplicações.

Ao mesmo tempo, os certificados enfrentam a forte concorrência dos depósitos a prazo. Todos estes factores juntos ajudam a explicar o crescente desinteresse dos portugueses por estas aplicações.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 13:37

Maio 13 2011

Desde o início de 2008 já foram resgatados 4,6 mil milhões de euros das séries A e B.

Em meados de Abril, os portugueses tinham 658 milhões de euros investidos em Certificados de Aforro da série C, ou seja, os únicos em comercialização desde 2008. O montante investido nesta série representa apenas 4,47% do total alocado em Certificados de Aforro em Abril, 14,7 mil milhões de euros. Uma série que nunca conseguiu convencer os aforradores nacionais, primeiro pela nova fórmula de cálculo, entretanto revista, e depois pela baixa remuneração do indexante, a taxa Euribor a três meses.

No entanto, os números indicam que a fuga que se tem vindo a registar nos Certificados de Aforro (CA), está a afectar igualmente as séries A e B, cuja remuneração é mais atractiva, principalmente por gozarem de prémios de permanência dada a sua antiguidade. Só o total de resgates líquidos de CA em Abril, 705 milhões de euros, é superior ao total investido na série C no mesmo mês, 658 milhões de euros. Aliás, o total de subscrições desde Janeiro de 2008, portanto da série C, é de três mil milhões de euros, enquanto no mesmo período saíram dos CA sete mil milhões de euros. Sabendo que o valor actual investido na série C é de 658 milhões de euros, significa que foram resgatados 2,3 mil milhões de euros desde que a série foi criada

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 22:40

Maio 12 2011

O valor investido em Certificados de Aforro continuou a diminuir em abril, tendo descido mais de 1,4 mil milhões desde o início do ano, enquanto os Certificados do Tesouro mantêm a tendência de crescimento, indicou hoje o IGCP.

De acordo com o Boletim Mensal do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, o valor subscrito de Certificados de Aforro durante o mês de abril foi de 32 milhões de euros e as amortizações atingiram os 737 milhões de euros.

Em relação a 31 de dezembro, o valor investido em Certificados de Aforro caiu 1.459 milhões de euros, passando de um saldo total de 14.717 milhões de euros para 14.092 milhões de euros.

fonte:http://aeiou.visao.pt

publicado por adm às 22:38

Maio 12 2011

Em Abril, os resgates de Certificados de Aforro (CA) totalizam 737 milhões de euros, o valor mais elevado de sempre. O montante de resgates, que é mais do dobro do mês anterior, revela o receio das famílias portuguesas face à situação financeira do Estado, que levou ao pedido de ajuda externa.

 

As especulações sobre uma eventual reestruturação da dívida pública da Grécia, mas também de Portugal, poderá ajudar a explicar o movimento de saída dos CA, que é mais de 10 vezes superior ao das novas subscrições, que atingiram os 105 milhões de euros, revelam os dados do IGCP, o instituto que gere a dívida pública, hoje publicados.

Apesar das recentes subidas, as taxa de juro oferecida pelos CA é baixa, atingindo 1,3 por cento em Abril.

O novo produto de poupança do Estado, os Certificados do Tesouro, associados aos juros da dívida pública, que actualmente oferecem juros elevados, registaram subscrições no montante de 137 milhões de euros.

Mas também neste produto, que obriga a uma imobilização de seis meses, se registaram saídas no montante de 48 milhões de euros, o que reduz o saldo líquido de Abril a 89 milhões de euros, o valor mais baixo desde Novembro.

fonte:http://economia.publico.pt/

publicado por adm às 22:37

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