Certificados de Aforro

Agosto 29 2011

Em Setembro, os Certificados vão render menos. A taxa para as novas subscrições será de 1,556%.

A remuneração dos Certificados de Aforro (CA) vai voltar a cair já em Setembro. A descida da taxa Euribor a três meses em Agosto, sobre a qual são calculados os juros dos CA, vai ditar uma remuneração de 1,556% no próximo mês, abaixo dos anteriores 1,617%. Más notícias para os aforradores mas também para o Estado, que este ano já assistiu à fuga de 2,71 mil milhões de euros deste instrumento, um valor mais de cinco vezes superior ao orçamentado.

Uma fuga que dura já desde 2008, e que tem sido potenciada pelas baixas taxas de juro oferecidas pelos CA. Actualmente, a taxa de juro média oferecida pelos depósitos a prazo mais que duplica a remuneração dos CA, nos 3,63%(máximos de quase três anos). E embora os CA ofereçam prémios de permanência, estes são insuficientes para compensar o investimento face aos depósitos a prazo. Mais de 90% do investimento neste produto de poupança do Estado encontra-se nas séries A e B, que já se encontram fora de comercialização. Mesmo que já usufrua do prémio de permanência máximo nestas séries (2%), a remuneração fica pouco acima dos 3%, uma vez que estas séries têm fórmulas de cálculo diferentes da série C. Ou seja, abaixo dos juros médios oferecidos pelos depósitos a prazo. Já se possuir CA da série C adquiridos no início de 2008, data em que começaram a ser comercializados, o prémio de permanência máximo será de 1%, o que significa que irá receber em Setembro juros de 2,556%, novamente, abaixo dos depósitos a prazo. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:39

Agosto 19 2011

Entre Janeiro e Julho, os portugueses apenas subscreveram 228 milhões de euros de certificados de aforro e resgataram 2.936 milhões.

Há 28 meses consecutivos que o saldo líquido de subscrições de certificados de aforro apresenta um saldo negativo. Só em Julho foram mais 415 milhões de euros que foram resgatados deste instrumento de dívida do Estado, face a apenas 33 milhões de euros de novas subscrições, revela hoje o IGCP no seu 
boletim mensal.

Em termos homólogos, tratou-se de uma duplicação do saldo líquido negativo de subscrições.

Só este ano, o volume total de resgates de certificados de Aforro já totaliza os 2.936 milhões de euros, 13 vezes mais que o montante de novas subscrições.

Recorde-se que a taxa de juro bruta para novas subscrições de certificados de Aforro, Série C, em Julho de 2011, tinha sido fixada em 1,533% e para Agosto o IGCP colocou a taxa de remuneração destes instrumentos nos 1,617%.

Numa situação diferente continuam os certificados do Tesouro, que apesar de terem voltado a somar um saldo líquido mensal de subscrições positivo, tratou-se do valor mais baixo desde Janeiro de 2011, primeiro mês em que foi permitido resgatar este instrumento de poupança.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 21:53

Agosto 01 2011

Os certificados de Aforro, em Agosto, vão render um máximo de 3,8%, durante três meses, para quem investiu neste produto na primeira metade de 2008. A maior parte da remuneração justifica-se pelos prémios de permanência – sem estes os juros não vão além dos 2%. 

Quem já mantém esta aplicação há mais de três anos, conta com uma bonificação de 2,25%, à qual se soma a taxa bruta de 1,617%, com base na evolução da Euribor. A remuneração dos Certificados de Aforro depende desta taxa interbancária – baseada nos juros do Banco Central Europeu. 

Àqueles que não tiverem os prémios de permanência, os CA só vão render 1,617%, em Agosto. Este é o nono mês consecutivo de subida de remuneração dos CA, o que se explica pelo desempenho da Euribor a tês meses, num contexto de subida da taxa directora do BCE.

Apesar de o juro para as novas aplicações ser o mais alto desde Abril de 2009, é baixo se compararmos com outros produtos, nomeadamente do Estado. É o que acontece com os Certificados do Tesouro, lançados em Julho de 2010 - que pagam uma taxa de 2,1% nos primeiros anos, e que dão um retorno de 7,1% a partir do quinto e no décimo ano. 

Esta situação vem contrariar a "fuga" dos portugueses a este produto. Desde o início do ano que já foram retirados mais de 2.300 milhões deste produto da poupança do Estado. Só em Junho saíram mais de 300 milhões, devido à baixa taxa de remuneração que este instrumento de poupança tem proporcionado.

Fonte: Jornal de Negócios

publicado por adm às 22:39

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