Certificados de Aforro

Outubro 28 2011
Taxa bruta anual deste produto do Estado vai voltar a aumentar, em Novembro. Depois de dois meses de queda, a tensão nos mercados interbancários puxou pela Euribor, elevando o retorno dos certificados de aforro (CA).

Quem subscrever estes títulos no próximo mês contará com uma taxa bruta anual, para os três meses seguintes, de 1,596%, de acordo com os cálculos do Negócios. Sobe face aos 1,555% actuais, para o nível mais alto desde Agosto.


O aumento do retorno reflecte a subida da Euribor, nomeadamente a de três meses que é utilizada para o cálculo dos juros dos CA. A taxa está a reflectir a crescente desconfiança no sector financeiro, com os bancos a evitarem emprestar dinheiro entre si.

Este juro é baixo quando comparado com o de outros produtos. Os certificados do Tesouro, por exemplo, pagam, este mês, 2,05% no primeiro ano da aplicação, embora os CA tenham a vantagem de oferecer prémios de permanência nos anos seguintes.

Os CA não conseguem, no entanto, competir com os depósitos a prazo. As taxas praticadas pelos bancos estão a aumentar, sendo o juro médio de 4% (de acordo com dados do Banco de Portugal referentes a Agosto).

O baixo retorno, associado a alguma percepção de risco sobre estes produtos de dívida do Estado, explicam a fuga dos investidores. Desde o início do ano já foram retirados 3.256 milhões de euros dos CA. O Governo prevê que o saldo em 2011 seja negativo em mais de 4.000 milhões.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
publicado por adm às 00:01

Outubro 20 2011

O volume de subscrições deste instrumento de poupança atingiu o valor mais baixo de sempre.

Há 30 meses consecutivos que as famílias portuguesas chumbam os certificados de Aforro. Só em Setembro, foram mais 278 milhões de euros que saíram deste instrumento de dívida do Estado, face a apenas 28 milhões de euros de novas subscrições, o valor mais baixo de sempre, que se traduziu num saldo líquido de novas subscrições negativo de 251 milhões de euros, revela hoje o IGCP no seu boletim mensal.

Estes números não são novidade. Desde o início do ano que o volume de resgates já ultrapassa em 12,4 vezes o volume de subscrições de CA, arrastando o saldo de subscrições líquidas totalize os -3.256 milhões de euros.

Mas segundo as estimativas do governo, este não valor não deverá ficar por aqui: de acordo o Orçamento do Estado para 2012, as subscrições líquidas de CA deverão terminar o ano com um saldo negativo de 4.000 milhões de euros.

Recorde-se que a taxa de juro bruta para novas subscrições de CA em tinha sido fixada em 1,556% e para Outubro, o IGCP colocou a taxa de remuneração destes instrumentos nos 1,555%.

Numa situação relativamente diferente continuam os certificados do Tesouro (CT), que voltaram a somar um saldo líquido mensal de subscrições positivo, há conta de um volume de subscrições de 32 milhões de euros e de 22 milhões de euros de resgates.

As taxas brutas de remuneração dos CT subscritos em Outubro mantêm-se inalteradas às praticadas em Setembro, com a taxa ilíquida dos juros distribuídos anualmente do primeiro ao quinto ano nos 2,05%; para uma aplicação a cinco anos a taxa de remuneração é de 6,80% e para uma aplicação a 10 anos o juro bruto continua a ser de 7,1%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

publicado por adm às 23:36

Outubro 17 2011

O Governo estima que os portugueses retirem, em 2012, cerca de 1.500 milhões de euros dos certificados de aforro, de acordo com o relatório do Orçamento do Estado para o próximo ano.

No documento, o Executivo aponta para um saldo líquido negativo de 1.500 milhões de euros, tendo em conta uma saída de 2.000 milhões de euros e um investimento de apenas 500 milhões.

E diz mais: «o IGCP prevê a manutenção de um programa de Bilhetes do Tesouro e a continuação da emissão dos instrumentos de dívida de retalho existentes, designadamente Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro». Ainda que se preveja «um contributo negativo destes vários instrumentos para as necessidades líquidas de financiamento do ano, existe o risco de que as emissões de Bilhetes do Tesouro previstas não venham a encontrar procura no mercado e que o saldo negativo entre subscrições e resgates de instrumentos de dívida de retalho tenha sido subestimado».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

publicado por adm às 22:32

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