Certificados de Aforro

Maio 27 2015
Com a Euribor a três meses em "terreno" negativo, a taxa bruta a aplicar aos novos certificados de aforro vai baixar no próximo mês. O juro será mesmo mais baixo que o prémio oferecido de 1%.

Os certificados de aforro vão render ainda menos a partir do próximo mês. Com a Euribor a três meses em queda, estando mesmo abaixo de zero, vai encolher o retorno oferecido por estes títulos aos investidores. A taxa será mesmo menor que o prémio de 1% que é aplicada aos títulos da Série D. E os da Série C também vão dar menos de 3%.

 

Desde meados de Abril que a Euribor a três meses passou para "terreno" negativo. Ao baixar de zero impactou o retorno dos certificados subscritos este mês, mas manteve o juro acima do prémio de 1%, nos 1,001%. Em Junho, contudo, o resultado já será bem diferente, tendo em conta que a taxa de mercado está cada vez mais negativa.

 

Considerando a média da taxa nas 10 últimas sessões do mês, até ao antepenúltimo dia, ou seja, até esta terça-feira, a média da Euribor a três meses ficou em -0,011%. Esta média é depois somada ao prémio aplicado à Série D, de 1%. Normalmente, aumenta a taxa. Desta vez baixa-a para 0,989%.

 

E mesmo quem mantém os da Série C, subscritos até ao final de Janeiro, que beneficia de um prémio extraordinário de 275 pontos base até ao final de 2016 a que se somam 25 pontos da fórmula de cálculo, vai ver a taxa ficar abaixo do prémio caso tenha revisão de taxa em Junho. De acordo com os cálculos do Negócios, o juro bruto será de 2,990%.

 

Tanto no caso dos certificados da Série D como nos da Série C, as taxas brutas a aplicar a estes títulos em Junho será a mais baixa desde Setembro de 2012, altura em que para reabilitar o retalho como fonte de financiamento o Governo decidiu rever a remuneração aplicada a estes produtos, lançando ainda os Certificados do Tesouro Poupança Mais.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

publicado por adm às 21:19

Maio 21 2015

Depois das quedas verificadas em Fevereiro e Março, após o corte das taxas de remuneração, a subscrição de Certificados de Aforro e do Tesouro voltou a subir em Abril, totalizando 118 milhões de euros.

De acordo com os dados do boletim estatístico do Banco de Portugal, a maior subscrição ocorreu nos Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM), que são aplicações a cinco anos, com o total de subscrições líquidas a ascender a 104 milhões de euros. Em Março, as subscrições tinham-se quedado pelos 63 milhões de euros, pelo que o crescimento em Abril é de 65%.

Nos Certificados de Aforro (CA), com taxa de juro mais baixas, mas com outras vantagens em termos de mobilidade e capitalização de juros, as novas subscrições ascenderam a 29 milhões de euros, mas, descontado o valor das capitalizações (juros e prémios), o saldo líquido fica-se pelos 14 milhões de euros.

Em Março, o total líquido arrecadado pelo Estado nos dois produtos ficou-se pelos 68 milhões de euros.O saldo total dos CA é agora de 12.665 milhões de euros e os CTPM é de 6725 milhões de euros.

As subscrições dos produtos do Estado atingiram valores recordes em Janeiro, quase atingindo dos dois mil milhões de euros,por ser o último mês em que garantiam taxas de remuneração mais elevadas.

A baixa remuneração dos depósitos bancários explica o regresso aos produtos do Estado. A remuneração dos CA, na nova série D, está associada à Euribor a três meses, que está actualmente em valores negativos, mas tem um prémio fixo de 1%, pelo que a taxa global ronda actualmente esse valor. Os CTPM garantem uma taxa máxima de 2,75% a partir do terceiro ano.

fonte:http://www.publico.pt/e

publicado por adm às 21:35

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