Certificados de Aforro

Agosto 23 2016

O valor sob gestão em Certificados de Aforro e de Tesouro atingiu os 22,852 mil milhões de euros em Julho, mais 274 milhões face aos 22,578 mil milhões aplicados em Junho, um aumento que se deveu sobretudo aos Certificados de Aforro, avança a Lusa.

Em Julho, e segundo dados do Banco de Portugal, o valor sob gestão em certificados de aforro e tesouro aumentou 274 milhões de euros face aos aplicados em Junho.

Segundo os dados divulgados hoje no Boletim Estatístico os Certificados de Aforro em Julho totalizaram 12,934 mil milhões de euros (dos quais 4,250 mil milhões de euros em juros) e os de Tesouro representaram 9,918 mil milhões de euros, refere uma notícia da Lusa.

Em Julho, o aumento do valor sob gestão deveu-se sobretudo às novas subscrições, que cresceram 20 milhões de euros, sendo que o montante referente a juros subiu 15 milhões de euros em relação a Junho.

Já quanto aos Certificados de Tesouro, subiram 254 milhões de euros entre os dois meses, mas o Boletim Estatístico não desagrega que parte deste montante é relativa a juros acumulados.

O valor sob gestão em Certificados de Aforro e de Tesouro atingiu os 22,852 mil milhões de euros em Julho, mais 274 milhões face aos 22,578 mil milhões aplicados em Junho, um aumento que se deveu sobretudo aos Certificados de Aforro, avança a Lusa.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 07:49

Junho 24 2015

De acordo com o boletim mensal da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública, divulgado esta segunda-feira, os portugueses investiram 65 milhões de euros em Certificados de Aforro em maio e levantaram 46 milhões de euros que tinham investido nestes títulos, tendo o Estado, ao todo, 12.685 milhões de euros.

Já quanto aos Certificados do Tesouro, em maio, os portugueses investiram 111 milhões de euros e amortizaram quatro milhões de euros, ficando os cofres do Estado com um montante total de 6.832 milhões de euros nestes certificados.

Juntando os dois instrumentos de poupança das famílias, em termos líquidos, foram aplicados mais 127 milhões de euros em maio, totalizando 19.517 milhões de euros nestes dois instrumentos de poupança das famílias.

No final de 2014, o Estado tinha 17.189 milhões de euros em Certificados de Aforro e do Tesouro. Nos primeiros cinco meses do ano, no entanto, conseguiu captar mais 2.328 milhões de euros. A nova série de Certificados de Aforro, a D, ficou disponível a partir de 02 de fevereiro, com uma taxa bruta de subscrição de 1,058%.

As séries anteriores mantiveram as condições de remuneração, sendo que os Certificados de Aforro da série C subscritos em janeiro pagam taxas de juro anual de 3,069%. Também as condições de remuneração dos Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) foram alteradas, passando para 1,25% a um ano, menos 1,50 pontos percentuais do que a taxa anteriormente em vigor, de 2,75%.

A taxa dos CTPM a dois anos desceu para 1,75%, em vez dos 3,75% anteriores, a três anos caiu para 2,25% (contra 4,75%), a quatro anos baixou para 2,75% (5,00%) e a cinco anos passou para 3,25% (face aos anteriores 5,00%). A estas taxas base da nova série dos certificados de aforro acrescem prémios de permanência de 0,5% do 2.º ao 5.º ano e 1% do 6.º ao 10.º ano.

 

fonte;:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 21:27

Maio 27 2015
Com a Euribor a três meses em "terreno" negativo, a taxa bruta a aplicar aos novos certificados de aforro vai baixar no próximo mês. O juro será mesmo mais baixo que o prémio oferecido de 1%.

Os certificados de aforro vão render ainda menos a partir do próximo mês. Com a Euribor a três meses em queda, estando mesmo abaixo de zero, vai encolher o retorno oferecido por estes títulos aos investidores. A taxa será mesmo menor que o prémio de 1% que é aplicada aos títulos da Série D. E os da Série C também vão dar menos de 3%.

 

Desde meados de Abril que a Euribor a três meses passou para "terreno" negativo. Ao baixar de zero impactou o retorno dos certificados subscritos este mês, mas manteve o juro acima do prémio de 1%, nos 1,001%. Em Junho, contudo, o resultado já será bem diferente, tendo em conta que a taxa de mercado está cada vez mais negativa.

 

Considerando a média da taxa nas 10 últimas sessões do mês, até ao antepenúltimo dia, ou seja, até esta terça-feira, a média da Euribor a três meses ficou em -0,011%. Esta média é depois somada ao prémio aplicado à Série D, de 1%. Normalmente, aumenta a taxa. Desta vez baixa-a para 0,989%.

 

E mesmo quem mantém os da Série C, subscritos até ao final de Janeiro, que beneficia de um prémio extraordinário de 275 pontos base até ao final de 2016 a que se somam 25 pontos da fórmula de cálculo, vai ver a taxa ficar abaixo do prémio caso tenha revisão de taxa em Junho. De acordo com os cálculos do Negócios, o juro bruto será de 2,990%.

 

Tanto no caso dos certificados da Série D como nos da Série C, as taxas brutas a aplicar a estes títulos em Junho será a mais baixa desde Setembro de 2012, altura em que para reabilitar o retalho como fonte de financiamento o Governo decidiu rever a remuneração aplicada a estes produtos, lançando ainda os Certificados do Tesouro Poupança Mais.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

publicado por adm às 21:19

Maio 21 2015

Depois das quedas verificadas em Fevereiro e Março, após o corte das taxas de remuneração, a subscrição de Certificados de Aforro e do Tesouro voltou a subir em Abril, totalizando 118 milhões de euros.

De acordo com os dados do boletim estatístico do Banco de Portugal, a maior subscrição ocorreu nos Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM), que são aplicações a cinco anos, com o total de subscrições líquidas a ascender a 104 milhões de euros. Em Março, as subscrições tinham-se quedado pelos 63 milhões de euros, pelo que o crescimento em Abril é de 65%.

Nos Certificados de Aforro (CA), com taxa de juro mais baixas, mas com outras vantagens em termos de mobilidade e capitalização de juros, as novas subscrições ascenderam a 29 milhões de euros, mas, descontado o valor das capitalizações (juros e prémios), o saldo líquido fica-se pelos 14 milhões de euros.

Em Março, o total líquido arrecadado pelo Estado nos dois produtos ficou-se pelos 68 milhões de euros.O saldo total dos CA é agora de 12.665 milhões de euros e os CTPM é de 6725 milhões de euros.

As subscrições dos produtos do Estado atingiram valores recordes em Janeiro, quase atingindo dos dois mil milhões de euros,por ser o último mês em que garantiam taxas de remuneração mais elevadas.

A baixa remuneração dos depósitos bancários explica o regresso aos produtos do Estado. A remuneração dos CA, na nova série D, está associada à Euribor a três meses, que está actualmente em valores negativos, mas tem um prémio fixo de 1%, pelo que a taxa global ronda actualmente esse valor. Os CTPM garantem uma taxa máxima de 2,75% a partir do terceiro ano.

fonte:http://www.publico.pt/e

publicado por adm às 21:35

Janeiro 31 2015
Os certificados de aforro vão render menos nas subscrições realizadas a partir da próxima segunda-feira. O corte face à taxa actual é de 200 pontos-base. Estes títulos passam a pagar menos que a média dos depósitos a prazo.

1,058%. É esta a taxa bruta anual que estará em vigor a partir do próximo mês nos certificados de aforro,anunciou o IGCP em comunicado. Uma redução de 200 pontos-base face à rendibilidade actual destes títulos que reflecte o corte que ficou esta sexta-feira definido pelo Governo no prémio a aplicar acima da Euribor a três meses nos novos certificados, os da "Série D".

 

Até agora, a taxa dos certificados da "Série C" era definida com base em 85% da média da Euribor a três meses nas 10 sessões até ao ante-penúltimo de cada mês, adicionada de 0,25. Além disso, existe um prémio extraordinário de 275 pontos-base que vai vigorar até ao final de 2016 (num total de 300 pontos). Nos da "Série D" , o prémio total cai para 100 pontos.

 

É um corte que vai fazer com que a taxa bruta anual a aplicar nos três meses seguintes aos das subscrições a realizar a partir de segunda-feira caia para 1,058% face aos hipotéticos 3,049% em Fevereiro, caso se mantivessem as condições. Neste mês de Janeiro, a taxa em vigor é de 3,069%.

 

Com esta descida, que afecta também os CTPM, o Governo pretende aproximar os juros pagos pela dívida de retalho com aqueles a que se está a financiar nos mercados internacionais, junto de grandes investidores, que está em mínimos históricos, em termos nominais. A descida vem colocar a taxa dos certificados de aforro abaixo daquela que é oferecida nos depósitos a prazo que, em média, estão a pagar 1,34%.

 

Assim que foi revelado que os juros iriam descer, os bancos portugueses aplaudiram a decisão. "Espera-se que a descida contribua também para repor condições de concorrência normais com outros produtos de poupança", afirmou a Associação Portuguesa de Bancos (APB), ao Negócios.

 

No entanto, antes de haver um equilíbrio das taxas face aos produtos de poupança da banca, as taxas altas estão a levar a uma corrida a estes títulos, mas também aos CTPM, que em conjunto, até ao início da semana, já tinham captado mais de 750 milhões de euros, um valor recorde para os produtos do Estado.

 

Entre aqui para utilizar a calculadora do Negócios de modo a simular quanto rendem os certificados após o corte das taxas.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 19:59

Janeiro 27 2015

Uma semana e meia depois de a secretária de Estado do Tesouro anunciar que os juros dos certificados de aforro iam baixar, é a vez de Cristina Casalinho, presidente do IGCP, confirmar que a descida será acentuada e que as taxas se aproximarão das praticadas nos depósitos a prazo.

 

Segundo o Diário Económico, o corte entrará em vigor no início de Fevereiro e terá em conta o valor da Euribor a 12 meses (0,275%) e das taxas de depósitos, que ronda os 1,34%, nas aplicações a um ano. "Quando as taxas foram alteradas, foram para ser alinhadas com os substitutos próximos. As taxas estavam próximas da Euribor a doze meses e hoje em dia estão com valores bastante mais altos", justificou a responsável do IGCP.

 

Os certificados do tesouso Poupança Mais, por exemplo, oferecem neste momento uma remuneração de 2,75% no primeiro ano de subscrição; 3,75% no segundo ano; 4,75% no terceiro ano; e 5%, no quarto e quinto ano.

 

O anúncio das taxas levou a uma corrida dos portugueses aos balcões dos CTT. Desde o início do ano, já entraram 750 milhões de euros nos cofres do Estado. 

 

Veja três formas de ganhar com a dívida portuguesa, segundo o Negócios:

 

1. Certificados de aforro dão mais de 3% 
Há mais de meio século que os portugueses investem nos certificados de aforro. É uma das formas mais simples de comprar dívida pública portuguesa para os pequenos investidores (pode subscrever-se online ou nos CTT, a partir de apenas 100 euros), obtendo retornos atractivos em títulos sem risco. Desde que, em 2012, o Governo decidiu rever a remuneração deste produto, incluindo um prémio extraordinário de 275 pontos-base a vigorar até ao final de 2016, a taxa praticada disparou para mais de 3%, levando à entrada de muitos investidores: em 2014 foram aplicados mais de dois mil milhões de euros nestes títulos. A taxa aplicada às subscrições realizadas até ao final deste mês está em 3,069%, sendo que irá cair em Fevereiro com a introdução de uma nova "Série".

 

2. CTPM oferecem juros que chegam a 5%
Para permitir aos particulares beneficiarem das taxas altas das obrigações do Tesouro, o Governo começou por lançar os certificados do Tesouro que chegaram a pagar 7%. Acabou, depois, com o produto, mas em 2013 recuperou a lógica com o lançamento dos Certificados do Tesouro Poupança Mais. Um produto com um prazo de investimento de cinco anos em que, à semelhança de muitos depósitos a prazo, as taxas praticadas vão subindo ao longo dos anos. Com um investimento mínimo de mil euros, é possível receber um juro bruto de 2,75% no primeiro ano, 3,75% no segundo e 4,75% no terceiro. As taxas mais altas, de 5%, chegam nos dois últimos, mas pode ser superior em função do PIB. A taxa média é de 4,25%, mas só para quem subscrever até ao final do mês. Depois a taxa cai.

 

 

3. Cupões da dívida de longo prazo
As obrigações do Tesouro (OT) são a forma mais directa de investir na dívida nacional, embora exija mais dinheiro. E tem risco. Pode tentar ganhar com a subida do preço ou apostar nos cupões. Carlos Barata de Almeida, director de investimento do Best Bank, vê pouca margem para ganhos no preço. Mas mesmo com os cupões o retorno será reduzido. Numa simulação do Best, olhando para a OT que atinge a maturidade em 2023, o cupão é de 4,95%. Contudo, dada a forte valorização desta linha, a "yield" bruta fica-se pelos 2,39% (com base num preço de 120). Uma taxa que inclui o preço a receber pela obrigação no final (100), os cupões anuais e descontado o preço pago pela OT. Retiradas comissões e impostos de um investimento de 10 mil euros paga apenas 0,93%.

 

fonte:http://www.sabado.pt/

publicado por adm às 20:59

Novembro 22 2014
Pelo quarto mês consecutivo, este produto do Estado obteve um saldo líquido acima dos 200 milhões de euros. A taxa acima de 3% continua a atrair as poupanças de muitas famílias portuguesas.

Os certificados de aforro continuam a somar poupanças fruto da rendibilidade elevada que apresentam. Em Outubro, pelo quarto mês consecutivo, conseguiram captar mais de 200 milhões de euros, de acordo com os dados do Banco de Portugal. O saldo no total do ano ascende já a quase 1,7 mil milhões de euros.

 

Segundo o Banco de Portugal, o saldo global de certificados de aforro ascendeu a 11.809 milhões de euros no final de Outubro, um aumento de 214 milhões de euros face aos 11.595 milhões de euros registado no final do mês anterior. Foi o quarto mês consecutivo com um saldo líquido acima dos 200 milhões.

 

Desde o Verão, com a crise no BES, que os montantes captados mensalmente pelos certificados de aforro têm vindo a aumentar com as famílias a procurarem a segurança do Estado. Mas também em busca da rentabilidade que este produto de poupança apresenta num contexto de quebra das taxas dos depósitos.

 

Com as Euribor em mínimos históricos, a taxa média dos depósitos está em 1,33%. Os certificados de aforro, que beneficiam de um prémio extraordinário de 275 pontos-base até ao final de 2016, pagam mais de 3%. As subscrições realizadas até ao final deste mês contam com uma taxa bruta anual de 3,071% nos próximos três meses.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:26

Outubro 25 2014

O Estado arrecadou mais de 530 milhões de euros em certificados de aforro e do tesouro em Setembro face a Agosto, tendo os portugueses investido nestes instrumentos de poupança mais de 15.600 milhões de euros.

De acordo com o boletim mensal divulgado esta sexta-feira pelo Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP), em Setembro as famílias investiram 278 milhões de euros em certificados de aforro e levantaram 52 milhões de euros e investiram 311 milhões de euros em certificados do tesouro e levantaram apenas um milhão.

Ao todo, no final de Setembro, os cofres do Estado tinham 11.595 milhões de euros relativos a certificados de aforro e mais 4090 milhões de euros em certificados do tesouro, totalizando 15.685 milhões de euros.

Face a Agosto, isto representa um aumento de 536 milhões de euros nestes dois instrumentos de poupança criados para captar o investimento das famílias.

Já comparando com os valores registados no final de 2013, verifica-se que nos primeiros nove meses deste ano o montante investido em certificados de aforro e em certificados do tesouro aumentou 3527 milhões de euros.

O Governo tem vindo a tentar captar a poupança das famílias para a dívida pública. Depois de, em Agosto de 2012, ter alterado as condições de remuneração dos certificados de aforro, no final de Outubro de 2013 lançou os Certificados do Tesouro Poupança Mais, cujas subscrições têm feito aumentar o saldo dos certificados do tesouro.

fonte:http://www.publico.pt/e

publicado por adm às 09:14

Setembro 27 2014

Os portugueses canalizaram 1,1 mil milhões de euros para Certificados de Aforro (CA) e Certificados do Tesouro (CT) em Julho e Agosto, os meses em que a crise no BES se intensificou e o banco foi alvo de uma intervenção das autoridades, tendo sido separado num banco ‘mau’  e no Novo Banco. Há pelo menos 13 anos que não havia dois meses com tanta procura por produtos de poupança do Estado.

Segundo dados do IGCP divulgados hoje, a subscrição dos dois principais instrumentos de dívida pública de retalho foi o principal factor para o aumento mensal de 0,4% na dívida directa do Estado em Agosto, que atingiu 217 mil milhões de euros no final de Agosto. Entre novas subscrições e resgates destes produtos, houve um saldo positivo de 554 milhões de euros em Agosto e de 588 milhões em Julho.

É comum haver meses de Verão com mais subscrição de certificados,  já que é o período em que os portugueses ficam com mais folga na conta bancária, depois de receberem o subsídio de férias.

Mas os movimentos registados este ano são bastante superiores à média. Segundo as estatísticas disponíveis no site do IGCP, que recuam ao início de 2001, não há registo de dois meses de tão forte subscrição de produtos de retalho como em Julho e Agosto deste ano. Os portugueses têm agora mais 15 mil milhões de euros aplicados nestes dois produtos (3,8 mil milhões em CT e 11,4 mil milhões em CA).

fonte:http://www.sol.pt/n

publicado por adm às 14:07

Setembro 21 2014

Não são apenas os depósitos dos bancos concorrentes do antigo BES que estarão a beneficiar com o colapso da instituição de Ricardo Salgado.

Dois tradicionais produtos de poupança que o Estado vende às famílias portuguesas (e que conta como dívida pública) -- os certificados de aforro e do Tesouro -- registaram aumentos muito pronunciados nos últimos meses. "Para estes aumentos, poderá ter contribuído a incerteza registada no setor bancário, em resultado do caso BES", diz a Unidade Técnica de Apoio Orçamental na Nota Mensal sobre a Dívida Pública de agosto.

A equipa de técnicos, que apoia o Parlamento observa que "no mês de julho, registou-se um acréscimo líquido significativo da posição de Certificados de Aforro e de Certificados de Tesouro".

Segundo os cálculos da UTAO, "o stock de Certificados de Aforro no final de julho situou-se nos 11120 milhões de euros, tendo-se verificado nesse mês um montante de subscrições (bruto) de 300 milhões, o maior acréscimo mensal desde, pelo menos, 1999". A subida homóloga implícita em julho é de 13,6% e de mais 4% face a junho, o mês em que se tornou evidente de que os problemas do GES afetariam severamente o BES.

O stock de Certificados de Tesouro aumentou para "3476 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 324 milhões" entre junho e julho, acrescenta o grupo de peritos da AR. O aumento mensal é de 10% e em termos homólogos supera os 150% (muito mais que duplicou).

Ou seja, em apenas um mês o Estado encaixou 624 milhões de euros em termos brutos, um movimento que a UTAO relaciona com a incerteza bancária provocada pela queda do BES.

Estes dois produtos de dívida pública são caracterizados pelo seu perfil conservador, pelo risco quase nulo e taxas de rendibilidade baixas. Em momentos de incerteza, a tendência é este tipo de aplicações atrair mais aforradores.

BES tirou diretamente 675 milhões à bolsa

A bolsa de valores também se ressentiu, perdendo dinheiro e o interesse de muitos investidores. De acordo com a UTAO, "a exclusão das ações do BES do índice, decidida pela Euronext, induziu uma perda automática e temporária no PSI-20, passando este a incluir apenas 18 empresas cotadas".

"As ações do BES foram retiradas a um valor de zero euros, diferentemente do que ocorreu com a Espírito Santo Financial Group, cujas ações foram retiradas ao valor de mercado que vigorava no momento da sua suspensão. Em resultado, o índice foi impactado por uma perda de 675 milhões de euros, correspondente ao valor de mercado do BES", refere a UTAO.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 12:44

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