Certificados de Aforro

Agosto 21 2013

Os portugueses continuam a colocar as suas poupanças nos certificados de aforro. Em julho, foram aplicados 38 milhões de euros nestes instrumentos de poupança, elevado para quase 9,8 mil milhões de euros o montante total colocado.

De acordo com o relatório mensal hoje publicado pelo IGCP, no mês passado, os portugueses investiram 121 milhões de euros em certificados. No mesmo período os resgates deste instrumento de poupança ascenderam a 83 milhões de euros. Ou seja, contas feitas e o saldo é positivo em 38 milhões de euros.

Com este "investimento" das poupanças dos portugueses, o montante total aplicado em Certificados de Aforro ascendia em julho a quase 9,8 mil milhões de euros, mais 119 milhões que os 9,66 mil milhões captados até ao final do ano passado.

Já nos Certificados do Tesouro, as amortizações registadas em julho foram de 5 milhões de euros, mantendo um nível semelhante às dos meses anteriores. O saldo acumulado situava-se em 1,39 mil milhões de euros, revela o boletim mensal divulgado pelo IGCP. Recorde-se que as subscrições dos Certificado do Tesouro estão suspensas desde o início do passado mês de setembro.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 23:59

Abril 30 2013
O bónus atribuído aos Certificados de Aforro está a seduzir investidores para este produto de dívida pública. Porém, a melhoria governamental só dura até ao final de 2016

Os investidores estão a regressar lentamente aos Certificados de Aforro. Depois de quase quatro anos de quedas mensais do valor investido nestes instrumentos de dívida pública, o dinheiro volta a entrar nos cofres do Estado. Entre dezembro e fevereiro, as subscrições foram superiores aos resgates, o que conduziu a um aumento de 27,6 milhões de euros no montante aplicado nos Certificados de Aforro.


Muitos investidores fazem bem em regressar aos Certificados de Aforro. Desde setembro, após a revisão governamental da fórmula de cálculo dos juros do produto, que os nossos analistas recomendam a sua subscrição. Numa altura em que, em média, os depósitos a prazo a 12 meses rendem uma taxa líquida de 1,5%, o rendimento líquido anual de 2,3% dos Certificados de Aforro são bem-vindos para satisfazer as necessidades de poupança de baixo risco dos investidores portugueses. No entanto, é preciso recordar que, após a subscrição, o dinheiro aplicado nos Certificados não pode ser mobilizado nos primeiros 3 meses. Só após a primeira tranche de juros ser adicionada ao capital investido é que os aforradores podem solicitar o reembolso nos balcões dos CTT, a única entidade autorizada a comercializar presencialmente este instrumento financeiro.


Bonificação só até 2016
A taxa de juro de 2,3%, já deduzida de imposto sobre o rendimento, é válida para os Certificados de Aforro subscritos ou cuja taxa de juro seja recalculada durante este mês de abril. É, assim, aplicável nos próximos 3 meses às séries B e C nestas condições específicas.


Este rendimento decorre das alterações aprovadas pela secretária de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, que incrementaram a remuneração de todos os Certificados de Aforro subscritos desde julho de 1986. Porém, esta bonificação expirará em 2016. Em janeiro de 2017, as regras anteriores voltam a entrar em vigor.


Se a alteração temporária não estivesse em vigor, a taxa de juro líquida das novas subscrições de Certificados de Aforro seria de 0,3 por cento.


Consulte o nosso simulador
Se quer saber quanto poderá ganhar investindo em Certificados de Aforro, use o nosso simulador, disponível no nosso portal financeiro, em deco.proteste.pt/investe. Como mostra a figura ao lado, basta introduzir o montante a aplicar e selecionar o prazo do investimento, entre 1 e 10 anos. O simulador assume que a taxa anual líquida em vigor (neste mês de abril de 2,3%) se manterá até dezembro de 2016. A partir daí, assume as taxas de juro de mercado mais recentes, seguindo a fórmula que reentrará em vigência a partir de 2017.


Devido ao período bonificado até ao final de 2016, o simulador indica que a taxa anual efetiva líquida (TAEL) do investimento diminuirá a partir desse ano. Assim, uma aplicação a 3 anos capitalizará a uma TAEL de 2,3%, mas um investimento a 10 anos terá uma TAEL simulada de 1,7 por cento.

 

Três séries em meio século
Os Certificados de Aforro são um produto bastante antigo, com mais de meio século de existência. A primeira série, conhecida posteriormente por série A, foi criada em dezembro de 1960 e as subscrições foram suspensas em julho de 1986. Ainda existem Certificados desta série que não foram resgatados. Têm características semelhantes às dos Certificados da série B, emitidos desde 1986, com diferença no valor nominal. No entanto, a série A não foi alvo das alterações efetuadas pelo Governo em setembro passado. A remuneração desta série é um pouco inferior às 2 séries mais recentes: a taxa anual líquida é de 2,1% para as subscrições efetuadas entre 1961 e 1986. Apesar das taxas não serem muito diferentes, a série atualmente em subscrição, a série C, tem uma maturidade limitada de 10 anos, enquanto as séries A e B não têm prazo limite de investimento.


Novidades em breve
Apesar do regresso dos investidores, o montante aplicado globalmente nos Certificados de Aforro não chega a 10 mil milhões de euros, o equivalente a menos de 5% da dívida direta do Estado, segundo as estatísticas de fevereiro da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública.

 

João Moreira Rato, o presidente da agência que é responsável pelos Certificados de Aforro, disse à comunicação social que o organismo pretende captar mais poupança das famílias. Para isso, está a preparar o lançamento de "novos produtos de aforro com maturidades fixas" neste segundo trimestre de 2013. Os nossos analistas estão a postos para emitir recomendações assim que os novos produtos de aforro sejam lançados.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 22:58

Outubro 25 2012

A fuga aos certificados de aforro continua. Só em setembro, as famílias portuguesas resgataram mais 90 milhões de euros. Isto no primeiro mês em que o IGCP - instituto que gere a dívida pública - suspendeu a subscrição de certificados do tesouro. 

Assim, o dinheiro aplicado pelos privados em certificados de aforro no final de setembro era de 9.714 milhões de euros, face aos 9.752 milhões registados no final de agosto. Feitas as contas, são menos 38 milhões de euros, revelam os dados publicados esta quinta-feira pelo IGCP ¿ que agora tem outro nome: Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública.

No mês passado, as famílias resgataram 90 milhões de euros dos certificados de aforro e subscreveram 52 milhões, o que explica a saída líquida de 38 milhões de euros. 

Desde o início do ano, o saldo líquido dos certificados de aforro caiu em 1.670 milhões de euros.

Já nos certificados do tesouro, as amortizações foram de quatro milhões de euros. Não houve qualquer emissão uma vez que o instituto que gere a dívida pública portuguesa decidiu no final de agosto suspender as subscrições de Certificados do Tesouro a partir de 01 de setembro.

Esta decisão, escreve a Lusa, aconteceu apenas dois anos depois de estes instrumentos terem sido criados pelo então ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, para conter a «sangria» que se tem vindo a verificar nos certificados de aforro. Agosto foi o último mês em que era possível subscrever este instrumento.

A 30 de setembro, estavam 1.427 milhões de euros investidos pelos particulares nestes instrumentos, menos precisamente quatro milhões do que em agosto. Em virtude da inexistência de emissões, o saldo destes caiu em setembro, contrariando a tendência que vinha a ser seguida, ainda que os aumentos fossem pouco significativos.

Desde o início do ano os particulares aplicaram mais 119 milhões de euros em certificados do tesouro.

O presidente do IGCP, João Moreira Rato, disse recentemente que o instituto que gere a dívida pública está a estudar o lançamento de novos produtos de poupança destinados ao público em geral, os quais deverão ser conhecidos ainda no primeiro semestre de 2013.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e

publicado por adm às 21:55

Setembro 25 2012

Foram aplicados 19 milhões de euros nos Certificados de Aforro em agosto, mas estas aplicações de poupança perderam 207 milhões no mesmo mês, revela o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP).

Contas feitas, o saldo entre as novas subscrições e os resgates voltou a ser negativo em 188 milhões de euros. 

As Finanças querem inverter a tendência de fuga aos Certificados de Aforro e, por isso, o Governo decidiu aumentar, a partir de setembro, os juros pagos nos Certificados das séries B e C para captar mais poupanças.

Estas aplicações têm, agora, um retorno de cerca de 3,2%, sendo que o juro pago trimestralmente oscila em função da cotação da Euribor a 3 meses, não podendo assim ultrapassar os 5%.

Mas os dados do IGCP conhecidos esta terça-feira não refletem ainda esta medida, uma vez que dizem respeito a agosto. 

Olhando para o balanço desde o final do ano passado, os portugueses já tiraram 1.630 milhões de euros dos Certificados de Aforro.

Quanto aos Certificados do Tesouro, foram aplicados 37 milhões de euros em agosto e os resgates somam cinco milhões de euros. Durante 2012 já foram aplicados mais 32 milhões de euros em relação ao final do ano passado.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:56

Setembro 10 2012

Juros devidos pelo Estado nos certificados atingem os 4,3 mil milhões e estão prestes a ultrapassar o montante investido pelos portugueses neste produto.

No final de Julho, apenas 57% dos 9,9 mil milhões de euros que os portugueses mantinham em Certificados de Aforro referiam-se a capital efectivamente investido pelos aforradores. Os restantes 43% resultavam de capitalização acumulada, de acordo com os dados publicados no Boletim Estatístico do Banco de Portugal. Ou seja, o Estado deve 4,3 mil milhões de euros em juros relativos ao financiamento obtido junto dos particulares no valor de 5,6 mil milhões de euros.

A fuga de aforradores aliada à falta de capacidade em captar novo capital, levaram recentemente o Governo a aumentar a remuneração dos Certificados de Aforro. Depois de mais de quatro anos a perder investimento, os juros devidos neste produto estavam, em Julho, prestes a ultrapassar o montante recebido em empréstimo, resultando assim num negócio lesivo para o Estado. Só nos últimos 12 meses, os portugueses resgataram 2,8 mil milhões de euros, mil milhões dos quais referentes apenas a juros.

Números que mostram que no último ano os resgates afectaram principalmente séries mais antigas, como a série B e A. Ao contrário do que terá acontecido nos primeiros anos de fuga dos investidores já que, desde o início de 2008, os portugueses levantaram 8,2 mil milhões de euros, dos quais 2,2 mil milhões referentes a juros. Aliás, no final de 2011, a série C contava apenas com 507 milhões de euros, o que significa que, dos 3,1 mil milhões de euros investidos até à data na série C, 84% desse montante já havia sido resgatado. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:47

Setembro 04 2012

Os prémios de permanência que o Governo decidiu atribuir aos certificados de aforro das séries B e C garantem uma taxa de juro acima dos 3% durante os próximos quatro anos. O objetivo desta medida, que surgiu a par da extinção dos certificados do tesouro, é tornar estes títulos de dívida pública novamente atrativos para os aforradores.

Os certificados de aforro da série B foram “encerrados” em 2008 (ou seja deixaram de receber novas entradas de dinheiro) mas quem os manteve, estava com uma taxa de juro ilíquida a rondar os 2,2808%. A este juro, o Ministério das Finanças veio juntar agora mais um prémio de 1%, o que faz com que estes títulos recebam agora 3,2808%.

Este “bónus”de 1% vai vigorar entre setembro deste ano e dezembro de 2016, vem somar-se ao prémio de permanência de 2% que os certificados já detinham. A isto acresce ainda a taxa de juro que é calculada em função da euribor. Tudo somado, a remuneração atual dos certificados da série B é de 3,2808%.

No caso da série C (criada em 2008), ainda ativa, o Governo optou por substituir o atual esquema de prémio de permanência (que ia aumentando ao longo dos 10 anos de vida do produto) por um prémio fixo de 275 pontos base. A conjugação destes 2,75% com a taxa de juro em vigor, faz com que a remuneração atual dos CA suba para 3,268%.

Esta nova taxa, mais elevada e por isso mais atrativa, aplica-se mesmo aos certificados subscritos mais recentemente. Exemplificando: os certificados adquiridos em março de 2009 estavam a render 1,268%, resultantes de uma taxa de juro de 0,518% e de um prémio de permanência de 0,75%.A partir de agora a sua remuneração sobe para 3,268%. Esta mesma subida é válida para quem investiu em certificados em agosto e que por isso não tinha ainda tido tempo para beneficiar de qualquer prémio de permanência, o que fazia com que a rendibilidade fosse apenas de 0,518% brutos.

Em ambos os casos, a rendibilidade dos CA supera a taxa de juro média dos depósitos a prazo a um ano que segundo os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal rondaram em junho so 3%.

Esta mudança no esquema de remuneração dos certificados de aforro pretende captar o interesse e as poupanças dos aforradores e estancar quatro anos de constantes saídas de dinheiro deste títulos de dívida.

O Instituto de Gestão e do Crédito Público (IGCP) lembra que após terminado o prazo destas condições excecionais de remuneração (no final de 2017), os certificados da série C retomam as condições originias do prémio de permanência.

Em janeiro de 2008, antes de se verificar a última alteração no cálculo das taxas, os portugueses tinham 18,2 mil milhões de euros investidos em certificados de aforro. De então para cá – com a descida das taxas, encerramento da série B e criação da série C com características totalmente diferentes – perderam cerca de metade daquele dinheiro.

Os mais recentes dados indicam que em 31 de julho deste ano, estavam aplicados 9,9 mil milhões de euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/E

publicado por adm às 23:03

Setembro 03 2012

As Finanças querem inverter a tendência de fuga aos certificados de aforro. Por isso, o Governo decidiu aumentar os juros pagos nos Certificados das séries B e C para captar mais poupanças. 

Ambas as séries terão um retorno de cerca de 3,2%, sendo que o juro pago trimestralmente oscila em função da cotação da Euribor a 3 meses, não podendo assim ultrapassar os 5%.

Ora, esta remuneração fica acima de grande parte dos depósitos a prazo cedidos, atualmente, pelos bancos. Se tivermos em conta dados do Banco de Portugal (BdP), a taxa média praticada nos novos depósitos a prazo situou-se nos 3%, no mês de junho, para aplicações até um ano.

É certo que há depósitos com taxas superiores, mas esses também obrigam a subscrições mínimas, que em alguns casos chegam a rondar os 2 mil euros ou mais.

Em comunicado enviado às redações, já na quinta-feira, as Finanças explicavam que, no caso dos certificados da série B, a melhoria da remuneração traduz-se num aumento do prémio fixo de 1,0% (100 pontos base), o que se reflete numa remuneração atual de 3,2808%.

Para a série C, o Governo decidiu suspender o prémio atual e substitui-lo por um prémio fixo de 2,75% (275 pontos base), obtendo-se uma remuneração atual de 3,268%. Estas condições excecionais de remuneração vão vigorar até 31 de dezembro de 2016, data após a qual serão retomadas as condições originais, estabelecendo-se um limite máximo de remuneração de 5%.

Subscrição de certificados do Tesouro foi suspensa

Já o Instituto que gere a dívida pública portuguesa anunciou já, na passada semana, que serão suspensas as subscrições de Certificados do Tesouro. O Executivo justifica a decisão com «o desinteresse gradual dos investidores», tendo, por isso, determinado a suspensão «com efeitos imediatos» deste instrumento de poupança.

A tutela aponta que, apesar de o processo de ajustamento da economia portuguesa em curso estar a ser acompanhado por um aumento da poupança das famílias, isso «não se tem refletido num aumento de procura dos Certificados de Aforro, nem mesmo na retenção de poupanças de longo prazo, tradicionalmente estáveis».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 09:58

Julho 18 2012
Taxa oferecida neste produto vai descer para 0,809%. É o juro mais baixo desde meados de 2010, sendo a remuneração líquida a mais baixa de sempre, renovando o mínimo histórico que tinha fixado este mês.

A rendibilidade dos certificados de aforro continua a cair a pique. A forte descida da Euribor a 3 meses, que serve de indexante aos juros praticados por este produto de poupança, leva a que a taxa recue, em Julho, pelo oitavo mês consecutivo.


A taxa bruta desce, a partir do próximo mês, dos 0,829% actuais para os 0,809% para as novas subscrições realizadas em Julho. Fixa, assim, um novo mínimo desde Maio de 2010.

A rendibilidade líquida volta a bater um mínimo histórico. Já tinha sido a mais baixa de sempre em Junho, e voltará a sê-lo no mês que vem, descendo para 0,607%, sendo este o resultado do agravamento da tributação de 21,5% para 25%.

Mesmo quem tem os certificados da Série C desde o início, e tenha revisão trimestral no mês que vem, obterá uma taxa baixa. Considerando o prémio de permanência, de 1%, o retorno bruto anual será de 1,809%. O líquido será de 1,356%.

Este baixo retorno explica a fuga dos investidores deste produto. Em Maio, de acordo com os dados publicados ontem pelo IGCP, os portugueses resgataram 186 milhões de euros.

O saldo negativo de Maio veio avolumar a saída de dinheiro dos certificados de aforro desde o início do ano, que supera já os 1.000 milhões de euros. A estimativa do Governo para 2012 é de que os resgates ascendam a 1.500 milhões, meta que deverá ser largamente superada.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/h
publicado por adm às 23:41

Junho 25 2012

Em Maio, os resgates líquidos destes produtos atingiram 186 milhões de euros, aumentando as saídas em 2012 para 1,1 mil milhões.

Os investidores portugueses continuam a retirar dinheiro dos certificados de aforro. Só em Maio, os resgates líquidos situaram-se em 186 milhões de euros, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP).

Desde o início do ano, os resgates líquidos são já de 1.091 milhões de euros. O montante total aplicado pelos portugueses nestes instrumentos desceu de 11.384 milhões para 10.293 milhões em 2012. A saída acima do previsto de investimento destes produtos levou recentemente a UTAO a defender que o Estado terá de fazer mais emissões de dívida no mercado de Bilhetes do Tesouro para compensar esta quebra no financiamento.

É que apesar de os certificados do tesouro continuarem a captar investidores, com subscrições líquidas de 12 milhões de euros, o ritmo de captação de poupança por parte destes instrumentos é inferior ao que o Governo estimava.

No total, os portugueses têm 11,7 mil milhões de euros investidos nestes instrumentos (10,3 mil milhões em certificados de aforro e 1,4 mil milhões em certificados do Tesouro). O valor corresponde apenas a 6% da dívida directa do Estado.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 13:30

Maio 07 2012

Os certificados de aforro já perderam 679 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, dos quais 220 milhões de euros já em março, de acordo com o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público.

No seu boletim mensal, o IGCP diz que o volume das amortizações no primeiro semestre do ano atingiu os 754 milhões de euros, tendo conseguido atrair apenas 75 milhões de euros em novas aplicações dos privados, tendo assim um saldo negativo desde que começou o ano de 679 milhões de euros (tinha 11.384 milhões de euros no final de 2011 e passou a ter agora um total aplicado de 10.705 milhões de euros).

Os certificados do tesouro, criados mais recentemente, não estão a conseguir estancar a fuga do investimento dos privados da dívida pública, tendo um saldo positivo desde o início do ano, mas muito reduzido em comparação com o dinheiro que saiu dos cofres do IGCP.


fonte:http://expresso.sapo.pt/

publicado por adm às 23:20

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