Certificados de Aforro

Julho 21 2011

Até Junho os portugueses apenas subscreveram 195 milhões de euros de certificados de aforro e resgataram 2.521 milhões.

As subscrições de certificados de aforro atingiram em Junho o valor mínimo desde, pelo menos, 2003. De acordo com o boletim mensal de Julho do IGCP, o valor de subscrições foi de apenas 28 milhões de euros contra 332 milhões de euros resgatados.

Este foi o trigésimo mês consecutivo de subscrições líquidas negativas. É também um valor recorde em termos semestrais, com as famílias portuguesas a retirarem dos certificados de aforro 2.521 milhões de euros, cerca de 1,3 vezes mais que o registado em todo o ano de 2010.

Contabilizando as novas subscrições de apenas 195 milhões de euros, obtêm-se um saldo líquido de subscrições negativo de 2.326 milhões de euros. Um valor recorde.

Numa situação diferente estão os certificados do Tesouro que voltaram a somar um saldo líquido mensal de subscrições positivo: 24 milhões de euros.

Nos primeiros seis meses do ano os cofres do Estado registaram a subscrição de 722 milhões de euros em certificados do Tesouro e o resgate de 170 milhões de euros. Contas feitas, o saldo líquido de subscrição destes instrumentos foi de 552 milhões de euros no primeiro semestre de 2011.

Recorde-se que a taxa de juro bruta para novas subscrições de certificados de Aforro, Série C, em Julho de 2011 foi fixada em 1,533%, enquanto a taxa ilíquida dos juros dos certificados de aforro em Julho fixou-se nos 7,1%, para uma aplicação a 10 anos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 22:49

Junho 29 2011

Rendibilidade dos Certificados de Aforro vai subir pelo quinto mês consecutivo em Julho.

Há cinco meses que a rendibilidade dos Certificados de Aforro não pára de subir. As subscrições que sejam realizadas em Julho vão render 1,537%, o valor mais elevado desde Abril de 2009.

A motivar esta subida na rendibilidade dos Certificados esteve a tendência ascendente das taxas Euribor nas últimas semanas. A taxa a vigorar no próximo mês compara assim com os 1,467% definidos para o mês de Junho, segundo os cálculos realizados pelo Diário Económico.

Mas apesar da melhoria na remuneração destes instrumentos financeiros são cada vez menos os investidores que actualmente se sentem impelidos a apostar em Certificados de Aforro.

Os últimos dados revelados pelo IGCP, relativos a Maio, mostram resgates líquidos no valor total de 566 milhões de euros, um dos valores mais elevados de sempre. Já no mês anterior, em Abril, a tendência tinha sido de fuga, com os portugueses a resgatar 737 milhões de euros dos Certificados de Aforro. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:24

Junho 29 2011

As subscrições dos certificados de aforro realizadas em Julho vão render 1,537%. É o valor mais elevado desde Abril de 2009.

A tendência ascendente da Euribor a três meses nas últimas semanas motivou uma nova subida na rendibilidade dos certificados de aforro, outrora um dos produtos financeiros preferidos das famílias portuguesas. A série C é a única em comercialização.

A taxa a vigorar para as subscrições feitas no próximo mês será de 1,537%, acima dos 1,467% definidos para Junho, segundo cálculos efectuados pelo Económico. Esta é a quinta subida mensal consecutiva do juro oferecido pelos certificados de aforro e o valor mais elevado desde Abril de 2009.

Esta melhoria na remuneração não tem, contudo, cativado os investidores. Os últimos dados disponíveis, relativos a Maio, mostraram amortizações de 566 milhões de euros, o segundo valor mais elevado de sempre. A perda de popularidade estará associada e menos rendimento disponível e à concorrência dos novos certificados do tesouro que, por estarem indexados aos juros da dívida pública, oferecem uma remuneração muito superior aos certificados de aforro.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 00:02

Junho 21 2011

Em Maio, os portugueses voltaram a retirar um montante recorde dos Certificados de Aforro.

Foram amortizados 566 milhões de euros, o segundo valor mais alto de sempre, só ultrapassado pela fuga de 737 milhões de euros no mês anterior.

Em contrapartida, este produto de poupança do Estado só conseguiu captar 30 milhões de euros em Maio, valor que iguala o mínimo histórico registado em Fevereiro deste ano.

Os Certificados da série C, a única actualmente em comercialização, pagam em Junho 1,467% brutos, o que ajuda a explicar a fuga dos investidores, já que existem alternativas no mercado com taxas bastante mais atractivas. A taxa média dos depósitos a prazo é actualmente de 3,3%.

Além disso, os Certificados de Aforro enfrentam ainda a concorrência do mais recente produto de poupança do Estado. Os Certificados do Tesouro continuam a registar em Maio um saldo positivo entre emissões e amortizações, de 77 milhões de euros.

Foram emitidos 101 milhões de euros e amortizados 24 milhões. Embora congeladas desde Abril, as taxas oferecidas neste produto continuam a conquistar adeptos entre os aforradores portugueses.

A partir do quinto ano de investimento, os Certificados do Tesouro oferecem 6,8% brutos, e no décimo ano a taxa bruta chega aos 7,1%. Nos primeiros quatro anos de investimento, os juros são de 1,95%.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 22:57

Maio 26 2011

Escalada das Euribor eleva rendibilidade dos certificados de aforro. Subscrições em Junho vão render 1,467%.

Os cálculos efectuados pelo Económico permitem antever que no próximo mês os juros para as subscrições feitas nos certificados de aforro vão voltar a subir pelo quarto mês consecutivo.

Assim, quem investir neste produto do Estado irá beneficiar de um juro bruto de 1,467%. Trata-se da taxa mais elevada desde Maio de 2009. A subida da remuneração destas aplicações é justificada pela evolução positiva da taxa Euribor a três meses que serve de referência para o cálculo dos juros dos certificados de aforro.

Desta forma, no espaço de um ano a remuneração destas tradicionais aplicações financeiras quase que duplicou. Recorde-se que em Maio do ano passado, as taxas de juro dos certificados atingiram um mínimo de 0,797%.

No entanto, e apesar da melhoria da remuneração verificada nos últimos meses, tal facto não está a ser suficiente para atrair o dinheiro dos investidores portugueses. Na verdade, em Abril os investidores retiraram 705 milhões de euros destas aplicações. Foi o maior montante mensal de resgates desde que o IGCP divulga estatísticas.

Os receios de que um cenário de reestruturação da dívida pública portuguesa possa também atingir os investidores em certificados de aforro, levou os aforradores a evitarem estas aplicações.

Ao mesmo tempo, os certificados enfrentam a forte concorrência dos depósitos a prazo. Todos estes factores juntos ajudam a explicar o crescente desinteresse dos portugueses por estas aplicações.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 13:37

Janeiro 30 2011

Quem subscrever aos certificados de aforro em Fevereiro irá beneficiar de uma taxa de juro indexada a Euribor a três meses igual à do mês de Janeiro (1,115 por cento).

Ao contrário dos Certificados do Tesouro, que exigem mil euros como montante mínimo de subscrição, os Certificados de Aforro apenas exigem cem euros e têm um prazo mínimo de três meses e um prazo máximo de dez anos. Apesar das taxas de juros dos certificado do tesouro, mostrarem-se mais atractivas, os certificados de aforro oferecem prémios de permanência a partir do segundo ano (0,5 por cento), que tornam maior a rendibilidade desta aplicação financeira.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

publicado por adm às 17:03

Dezembro 17 2010

Os portugueses já retiraram mais de 1.000 milhões de euros deste produto de poupança, até Novembro. É um novo recorde anual

 

Os portugueses nunca tiraram tanto dinheiro dos certificados de Aforro (CA). Quando falta ainda conhecer os números de Dezembro, há já um recorde de resgates líquidos, que superam a fasquia dos 1.000 milhões de euros. Um movimento explicado pela baixa rendibilidade e pelo surgimento dos certificados do Tesouro.

O saldo entre novas subscrições e resgates foi negativo em Novembro, pelo 20.º mês consecutivo. Saíram dos CA mais 169 milhões de euros, menos do que em Outubro. No acumulado do ano, o balanço é agora negativo em 1.136 milhões de euros, sendo este já um novo recorde.

Nunca, em termos anuais, tinha havido tamanha retirada de dinheiro dos CA. O anterior recorde foi fixado em 2008, ano em que foi introduzida a Série C, verificando-se um saldo líquido negativo de 997 milhões de euros. No ano passado foram retirados 326 milhões, de acordo com dados do Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP).
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

publicado por adm às 23:31

Novembro 25 2010

A rendibilidade dos certificados de aforro continua a aumentar e em Dezembro registará uma nova subida. A taxa de juro que este produto de poupança paga atinge o valor mais alto dos últimos 20 meses para quem fizer subscrições no mês que vem.

De acordo com a fórmula de cálculo utilizada pelo Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP), e que usa como referência a taxa Euribor a três meses nas 10 sessões antes da antepenúltima sessão de cada mês, em Dezembro, as novas subscrições de certificados de aforro vão render 1,134%, face aos 1,109% de Novembro.

Apesar da subida, a segunda consecutiva, a atractividade dos certificados de aforro vai continuar muito abaixo da remuneração oferecida pelos certificados do Tesouro, um produto de poupança concorrente lançado em Julho.

A remuneração deste produto mais recente tem como referência a taxa de juro das obrigações do Tesouro a cinco e dez anos, que têm estado em forte alta. Em Novembro, pagavam 5,65% e em Dezembro deverão render ainda mais, embora ainda não seja conhecida a taxa.

A fraca remuneração é a principal causa que explica fuga dos investidores dos certificados de aforro. Os dados mais recentes do IGCP mostram que, desde o início do ano e até ao fim de Setembro, este produto perdeu 968 milhões de euros, em termos líquidos. Um movimento contrário registam os certificados do Tesouro, no mercado apenas desde Julho. No primeiro mês, os portugueses aplicaram aqui 150 milhões de euros e em Agosto mais 93 milhões. Setembro foi o mês com menor saldo, já que apenas 36 milhões de euros foram aplicados neste produto.

Contas feitas, apesar de alguma «transferência» de dinheiro dos certificados de aforro para os do Tesouro, o primeiro produto continua a concentrar 15.903 milhões de euros das poupanças dos portugueses, ao passo que os certificados do Tesouro levam um saldo de 427 milhões em apenas quatro meses.

fonte:agenciafinanceira

publicado por adm às 23:23

Novembro 16 2010

Entre Janeiro e Outubro os portugueses resgataram 1.410 milhões de euros de poupanças que estavam aplicadas em Certificados de Aforro.

No mesmo período, o total de aplicações em Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro ascendeu a 869 milhões de euros, dos quais 443 milhões em Certificados de Aforro e 426 milhões em Certificados do Tesouro. Feitas as contas, isto significa que uma boa parte do dinheiro levantado, num total de 541 milhões de euros, desapareceu deste circuito. O Governo assinou a sentença de morte dos Certificados de Aforro quando, em Março de 2008, criou a série C, cujas condições de remuneração são muito inferiores às séries anteriores e pouco competitivas quando comparadas com outras formas de aplicação da poupança. A remuneração dos Certificados de Aforro chegou a ultrapassar os 4% em Outubro de 2008 e agora pouco passa de 1,1%, quando os depósitos a prazo oferecem, em muitos casos, remunerações superiores a 3%. O pior é que os Certificados do Tesouro, apesar de estarem a aumentar desde que foram lançados em Julho deste ano, ainda não conseguem captar todos os descontentes e não se sabe se o diferencial entre resgates e subscrições estará a ser aplicado noutros produtos. Aí está, por isso, um bom tema para os próximos dias no debate do Orçamento do Estado na especialidade: como captar mais poupança.

publicado por adm às 23:45

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